APRESENTAÇÃO O site ESTAÇÃO CAPIXABA vem neste mês prestar sua homenagem à Revista Vida Capichaba , que teve seu primeiro número imp...


Detalhe de capa da Revista Vida Capichaba n.1.


APRESENTAÇÃO


O site ESTAÇÃO CAPIXABA vem neste mês prestar sua homenagem à Revista Vida Capichaba, que teve seu primeiro número impresso em abril de 1923, perseverando com a publicação de cerca mais de 700 números produzidos até meados dos anos de 1960.

A Revista, que se tornaria um ícone da imprensa espírito-santense, retratou diversos municípios do Estado,  documentou fatos importantes ocorridos dentro e fora do Espírito Santo, como obras públicas, Revolução de 1930, Segunda Guerra Mundial, além de registrar, em suas diversas colunas, literatura, eventos sociais, moda, opiniões e comentários sobre cinema, rádio e futebol. Ela dedicou também espaços especiais a públicos específicos, como mulheres e crianças.

Como não poderia deixar de ser, ao conteúdo da Revista aliaram-se estilos de época, em firulas abundantes nas formas de lustrações, charges, vinhetas e fontes diferenciadas.

Elemento particularmente rico em profusão na Revista é a publicidade, que outra vez vem refletir o estilo próprio de cada época, a produção de grande variedade de anúncios para um mesmo produto, além de proporcionar uma ampla visão da vida comercial em Vitória.

Enfim, trata-se de uma publicação rica em informações e que se presta a várias áreas de estudo.

Por fim, optamos por reproduzir no site apenas os números pertencentes à ESTAÇÃO CAPIXABA, 54 ao todo, oriundos do acervo de Guilherme Santos Neves. A reprodução, no entanto, é parcial, compreendendo capa de todos os números e páginas de cada um deles, de forma a exemplificar as colunas, artigos, ilustrações e anúncios, num total aproximado de 400 páginas. No caso da Revista número 1 optamos pela reprodução completa, considerando não somente sua importância como também sua raridade.

Os números disponíveis no no acervo e reproduzidos parcialmente no site são: 1, abril/1923; 133, 26/07/1928; 209, 09/01/1930; 211, 23/01/1930; 218, 13/03/1930; 221, 03/04/1930; 230, 05/06/1930; 246, 02/10/1930; 251, 20/11/1930; 472, 15/02/1939; 540, 30/01/1942; 541, 15/02/1942; 542, 28/02/1942; 543, 15/03/1942; 544, 30/03/1942; 545, 15/04/2942; 546, 30/04/1942; 547, 15/05/1942; 548, 30/05/1942; 549, 15/06/1942; 550, 30/06/1942; 551, 15/07/1942; 552, 30/07/1942; 553, 15/08/1942; 554, 30/08/1942; 555, 15/09/1942; 556, 30/09/1942; 557, 15/10/1942; 558, 30/10/1942; 559, 15/11/1942; 560, 30/11/1942; 561, 12/1942; 660, 15/06/1947; 679, 30/09/1948; 697, 03/1950; 615, 08/09/1951; 620, 01/1952; 621, 02/1952; 622, 03/1952; 623, 04/1952; 624, 05/1952; 625, 06/1952; 626, 07/1952; 627, 08/1952; 628, 09/1952; 629, 10/1952; 630, 11/1952; 631, 12/1952; 633, 02/1953; 635, 04/1953; 638, 07/1953; 643, 12/1953;

Como se pode observar, a sequência da numeração da Revista sofre alteração nos anos de 1940 e 1950.

Abril de 2017.

Maria Clara Medeiros Santos Neves
Seleção de material, digitalização, tratamento
de imagens e preparação de páginas


SUMÁRIO


Histórico da Revista - por Renato Pacheco

Revista n.1, de abril de 1923. [publicação integral]

Amostras da Revista, de 1928 a 1953:

       Capas
       Editoriais
       Coluna de Moda
       Coluna Social
       Diversas colunas
       Poesia
       Publicidade
       Páginas avulsas
       Ilustrações
       Títulos de editoriais e colunas
       Charges
       Molduras
       Vinhetas
     


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© 2001 Texto com direitos autorais em vigor. A utilização / divulgação sem prévia autorização dos detentores configura violação à lei de direitos autorais e desrespeito aos serviços de preparação para publicação.
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“Sou de Esquerda” – não disse o Direitista. “Sou Direitista” – o de Esquerda não disse. Sandices? Não de verdade. Fascinante o qu...


“Sou de Esquerda” –
não disse o Direitista.
“Sou Direitista” –
o de Esquerda não disse.
Sandices?
Não de verdade.

Fascinante
o que não se fala,
lado escuríssimo da lua,
metade
que, em geral,
mais do que se consola,
se escuda
com a outra
(escusa por acaso?)
metade,
quando as duas
juntas apesar de separadas
não se lambuzam.

Mais fascinante ainda
se o de Centro
cala de fato
“Não sou de Centro” –
e assim
vem para a folia também
Sua Excelência
(e Sua Excelentíssima)
a Esquizofrenia.

Em (des)memória,
portanto,
esta penca de versos capengas
não aos três porquinhos
mas aos três portentos
e com justiça
seus capangas variados:
A. H. – J. S. – T. N.


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© 2017 Lino Machado - Todos os direitos reservados ao autor. A reprodução sem prévia consulta e autorização configura violação à lei de direitos autorais, desrespeito à propriedade dos acervos e aos serviços de preparação para publicação.
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Lino Machado é poeta e professor universitário. (Para obter mais informações sobre o autor e outros textos de sua autoria publicados neste site, clique aqui)

Co-edição com a Cândida Editora [Edição digital - ISBN 978-85-64258-12-9]

Co-edição com a Cândida Editora [Edição digital - ISBN 978-85-64258-12-9]

 Série ESTAÇÃO CAPIXABA - Volume 6




Foto Franjo Studio, 2017. BIOBIBLIOGRAFIA VITRINE DE TEXTOS Excerto de A idade da autora: fundação do Brasil  [Ateliê Editorial, ...

Foto Franjo Studio, 2017.
Foto Franjo Studio, 2017.


BIOBIBLIOGRAFIA


VITRINE DE TEXTOS

Excerto de A idade da autora: fundação do Brasil [Ateliê Editorial, 2003.]
Excerto de A vida secreta dos gabirus [Record, 2014.]
Excerto de A vida de um rio morto - monumento ao rio Doce [Ibis Libris, 2016.]


AUTOCRÍTICA

A metamorfose


FORTUNA CRÍTICA

CRESPO, Ángel: Crítica [Los trabajos del espírito, 27/12/1978.]
LISBOA, Ely Vieitiz: A vida de um rio morto.
GAMA Filho, Oscar: As Metamorfoses do Homem [22/08/2014]
GAMA Filho, Oscar: A invenção do tempo [21/09/2014]
GAMA Filho, Oscar: O sobressimbolismo de Carlos Nejar [In A Tribuna, AT2, Vitória, ES, 11/10/2014.]
GAMA Filho, Oscar: A idade da aurora [a forma inicial foi publicada no Jornal Zero Hora, de Porto Alegre, em 10/11/1990. Posfácio a A Idade da aurora: fundação do Brasil, Editora Unisul, 6ª ed., Palhoça, 2015.]
GAMA Filho, Oscar: O chapéu das estações [23/03/2014]


[Reprodução de todos os textos autorizada pelo autor.]


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© 2001 Texto com direitos autorais em vigor. A utilização / divulgação sem prévia autorização dos detentores configura violação à lei de direitos autorais e desrespeito aos serviços de preparação para publicação.
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Carlos Nejar (Luís Carlos Verzoni Nejar), nasceu em Porto Alegre, RS, em 1939. Formou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela PUC-RS. É poeta, ficcionista, tradutor e crítico literário brasileiro, membro da Academia Brasileira de Letras e da Academia Brasileira de Filosofia. Estabeleceu residência em Vila Velha, ES, por vários anos, mudando-se depois para o Rio de Janeiro. (Para obter mais informações sobre o autor e outros textos de sua autoria publicados neste site, clique aqui)

Co-edição com a Cândida Editora: [Edição digital ISBN 978-85-64258-11-2]


Co-edição com a Cândida Editora: [Edição digital ISBN 978-85-64258-11-2]


 Poemas desconcertantes