Foto: Maria Clara Medeiros Santos Neves. 2007. Data e local de nascimento Vitória, Espírito Santo, 3 de dezembro de 1946 Formação a...

Reinaldo Santos Neves - Biobibliografia

Foto: Maria Clara Medeiros Santos Neves. 2007.
Foto: Maria Clara Medeiros Santos Neves. 2007.
Data e local de nascimento
Vitória, Espírito Santo, 3 de dezembro de 1946

Formação acadêmica
Graduado em Letras (Português e Inglês) pela UFES, 1968.

Currículo profissional
Servidor técnico da UFES, de 1970 a 2012, hoje aposentado. Ali ocupou, entre outros, os cargos de diretor da Divisão de Editoria da Fundação Ceciliano Abel de Almeida (1978-89), de coordenador de literatura da Secretaria de Produção e Difusão Cultural (1992-95) e de administrador do Núcleo de Estudos e Pesquisas da Literatura do Espírito Santo, vinculado ao Programa de Mestrado em Estudos Literários da UFES (1996-2012).



OBRAS PUBLICADAS


a) romances


1. Reino dos medas, Expressão e Cultura, Rio, 1971;
2. A crônica de Malemort, Rio, 1978;
3. As mãos no fogo, Fundação Ceciliano Abel de Almeida/UFES, Vitória, 1984;
4. Sueli: romance confesso, Fundação Ceciliano Abel de Almeida/UFES, Vitória, 1989;
5. Kitty aos 22: Divertimento, Flor&Cultura e Cultural-ES, Vitória, 2006;
6. A longa história, Bertrand-Brasil, Rio, 2007;
7. A ceia dominicana: romance neolatino, Bertrand Brasil, Rio, 2008;
8. A folha de hera: romance bilíngüe, primeiro volume, Secretaria de Cultura do Espírito Santo (SECULT), Vitória, 2011;
9. A folha de hera: romance bilíngüe, segundo volume, SECULT, Vitória, 2012.


b) contos

10. Má notícia para o pai da criança, coletânea de nove contos publicada como encarte do jornal A Gazeta, Vitória, dentro do projeto Nossolivro, 1995;


c) poesia

11. O poema graciano, in Letra, Vitória, 1982;
12. Muito soneto por nada, Cultural-ES, Vitória, 1998;


d) outros textos literários

13. A confissão, novela, Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo, 1999;
14. Dois graus a leste, três graus a oeste, trinta narrativas tendo como tema central o jazz, veiculadas em fascículos mensais na internet, no portal Gazeta On Line, Vitória, de 1997 a 1999;
15. Dois graus a leste, três graus a oeste, segunda parte, no site Estação Capixaba, Vitória;
16. Crinquinim e o convento da Penha, literatura para crianças, Vitória: Cultural-ES, 2001;
17. Crinquinim e a puxada do mastro, literatura para crianças, Vitória: Cultural-ES, 2008.


e) publicações institucionais

18. Espírito Santo: Impressões, em parceria com Renato Pacheco e Luiz Guilherme Santos Neves, Companhia Vale do Rio Doce, 1991;
19. Espírito Santo, Brasil, em parceria com Renato Pacheco e Luiz Guilherme Santos Neves, Xerox do Brasil, 1994;
20. Vila Velha de Nossa Senhora da Penha, em parceria com Renato Pacheco e Luiz Guilherme Santos Neves, Chocolates Garoto, 1997;


f) principais estudos e ensaios

21. O poema desolado: Notas sobre uma tradução de The Waste Land, de T. S. Eliot, in Letra, Vitória, 1981;
22. Prefácio, in João Felício dos Santos, Benedita Torreão da Sangria Desatada, Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, Vitória: FCAA/UFES, 1983;
23. Lenga-lenga, in Daqui mesmo: 34 poetas, Vitória: encarte de A Gazeta, 1995;
24. Renato, poeta, Pacheco, in Renato Pacheco, Porto final: Antologia poética, Rio de Janeiro: Galo Branco, 1998.
25. Notas sobre uma folha de hera: A crônica de Malemort em inglês, in Contexto 6, Vitória: UFES, 1999;
26. Translation or Whatever: The Anglicization of a Novel in Portuguese Set in the Middle Ages, in Translation Perspectives, volume XI, Binghamton: Center for Research in Translation, State University of New York, 2000;
27. Mapa da literatura brasileira feita no Espírito Santo, no site Estação Capixaba, 2000;
28. Apresentação crítica, in Sérgio Blank, Porque e por quê: Sérgio Blank: Vida e obra, Vitória: Prefeitura Municipal de Vitória, 2002;
29. A título de arenga, in Instantâneo, Vitória: Secretaria de Cultura do Espírito Santo, 2005;
30. Abordagem hipertextual da Trilogia de Malemort: Ensaio de autocrítica, in Contexto 12, Vitória: UFES, 2006.


g) tradução de livros

31. Paradigmas e desenvolvimento: Oportunidades e desafios para a economia brasileira, de Arlindo Villaschi Filho, Vitória: Editora da UFES, 1996;
32. Dilemas e símbolos: Estudos sobre a cultura política do Espírito Santo, de Geert Banck, Vitória: Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo, 1998 (tradução de seis dos nove capítulos);


h) organização de seminários

33. Bravos companheiros e fantasmas: I Seminário sobre o Autor Capixaba, com Wilberth Salgueiro e outros, Vitória: Programa de Pós-graduação em Letras da UFES, outubro de 2004;
34. Bravos companheiros e fantasmas: II Seminário sobre o Autor Capixaba, com Lino Machado e Paulo Roberto Sodré, Vitória: Programa de Pós-graduação em Letras da UFES, setembro de 2006;
35. Bravos companheiros e fantasmas: III Seminário sobre o Autor Capixaba, com Lino Machado e Paulo Roberto Sodré, Vitória: Programa de Pós-graduação em Letras da UFES, junho de 2008;
36. Bravos companheiros e fantasmas: IV Seminário sobre o Autor Capixaba, com Deneval Sequeira de Azevedo Filho de Wilberth Claython Ferreira Salgueiro, Vitória: Programa de Pós-graduação em Letras da UFES, agosto de 2010;
37. Bravos companheiros e fantasmas: V Seminário sobre o Autor Capixaba, com Maria Amélia Dalvi e Orlando Lopes, Vitória: Programa de Pós-graduação em Letras da UFES, agosto de 2012.


i) organização de obras e antologias

38. Daqui mesmo: 34 poetas, Vitória: encarte de A Gazeta, 1995;
39. Visão de Anchieta, de Guilherme Santos Neves, Vitória: Cultural-ES e Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo, 1999;
40. Porto final: Antologia poética, de Renato Pacheco, Rio de Janeiro: Galo Branco, 1998;
41. Reino conquistado: Estudos em homenagem a Renato Pacheco, em parceria com Fernando Achiamé, Vitória: Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo, 2003;
42. A cultura capixaba: Uma visão pessoal, de Renato Pacheco, obra póstuma, Vitória: Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo, 2004;
43. Instantâneo, em parceria com Erly Vieira Jr., Vitória: Secretaria de Cultura do Espírito Santo, 2005;
44. A Capitania do Espírito Santo, de Mário Aristides Freire, segunda edição ampliada, em parceria com Fernando Achiamé, Flor&Cultura e Cultural-ES, 2006;
45. Bravos companheiros e fantasmas: Estudos críticos sobre o autor capixaba, em colaboração com Wilberth Salgueiro e outros, Vitória: Programa de Pós-graduação em Letras, UFES, 2006;
46. Bravos companheiros e fantasmas 2: Estudos críticos sobre o autor capixaba, em colaboração com Lino Machado e Paulo Roberto Sodré, Vitória: Programa de Pós-graduação em Letras, UFES, 2007;
47. Bravos companheiros e fantasmas 3: Estudos críticos sobre o autor capixaba, em colaboração com Lino Machado e Paulo Roberto Sodré, Vitória: Programa de Pós-graduação em Letras, UFES, 2008.
48. Coletânea de estudos e registros do folclore capixaba: 1944-1982, de Guilherme Santos Neves, 2 volumes, Vitória: Centro Cultural de Estudos e Pesquisas do Espírito Santo, com patrocínio da Petrobras S/A via Lei Rouanet, 2008;
49. Bravos companheiros e fantasmas 4: Estudos críticos sobre o autor capixaba, em colaboração com Deneval Sequeira de Azevedo Filho e Wilberth Salgueiro, Vitória: Editora da UFES, 2011.


i) edição de revistas

50. Letra, revista do Grupo Letra, editor, com Renato Pacheco e outros, 1981-87;
51. Você, revista da Secretaria de Produção e Difusão Cultural da UFES, editor, junto com Joca Simonetti, 1992-95;
52. Contexto, n. 12, revista do Programa de Pós-graduação em Letras da UFES, editor, junto com Paulo Roberto Sodré e Raimundo Carvalho, 2006.


j) edição de coleções literárias

53. Coleção Gráfica Espírito Santo de Crônicas, com Sérgio Blank, seis livros publicados entre 2000 e 2003.


k) Outros dados

Menção honrosa no Prêmio Nacional de Ficção do Instituto Nacional do Livro, categoria obra publicada, com o romance Reino dos medas, 1973;
Prêmio Almeida Cousin por conjunto de obra conferido em 1996 pelo Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo;
Comenda Maurício de Oliveira, conferida em 2016 pela Prefeitura Municipal de Vitória, 2016;
O romance Sueli: romance confesso, o livro de poemas Muito soneto por nada e o romance Kitty aos 22: divertimento foram adotados como textos de leitura em vestibulares da Universidade Federal do Espírito Santo.
O romance A ceia dominicana: romance neolatino foi adotado como texto de leitura no processo de seleção de 2011 e 2012 para o curso de mestrado em Estudos Literários do Programa de Pós-graduação em Letras da Universidade Federal do Espírito Santo.
O romance Reino dos medas foi adaptado para o cinema por Rodrigo de Oliveira e Vitor Graize, e lançado em 2011 com o título As horas vulgares;
Incluído no Amaldicionário da Literatura Brasileira (parte III), in Má Companhia, de Joca Reiners Terron, 26.04.2011, Blog da Companhia das Letras;
Escritor residente da Biblioteca Pública do Espírito Santo via acordo SECULT/UFES, abril de 2009 a dezembro de 2010, prorrogado até dezembro de 2011;
Escritor residente da Biblioteca Pública do Espírito Santo via acordo entre a SECULT e o próprio escritor, acordo a expirar em abril de 2013.


l) Fortuna crítica (estudos sobre a obra literária de Reinaldo Santos Neves)

Teses de doutorado e dissertações de mestrado

1. Luiz Romero de Oliveira: O destino de uma escrita: O amor e a espera em Sueli: romance confesso e Muito soneto por nada, de Reinaldo Santos Neves. Dissertação defendida no Programa de Mestrado em Estudos Literários da UFES, Vitória, 2000;
2. Lillian DePaula: A invenção do original via tradução, pseudotradução e autotradução [sobre A folha de hera]. Tese de doutorado apresentada à Universidade de São Paulo, 2000. Vitória: Editora da UFES, 2011;
3. Nelson Martinelli Filho: Confissão e autoficção na obra de Reinaldo Santos Neves. Dissertação de mestrado apresentada ao Programa de Pós-Gradução em Letras da UFES, 2012; disponível online em portais4.ufes.br;
4. Sessa, Ariel. A topoanálise em A ceia dominicana, de Reinaldo Santos Neves. Dissertação de mestrado apresentada ao Programa de Pós-Gradução em Letras da UFES, 2015; disponível online em repositório.ufes.br;
5. Laeber, Ana Paola. (Des)conhecendo centauro e suas mulheres: Um estudo arquetípico em A ceia dominicana: romance neolatino, de Reinaldo Santos Neves. Dissertação de mestrado apresentada ao Programa de Pós-Gradução em Letras da UFES, 2015; disponível online em repositório.ufes.br;


Monografias

6. Maria Lúcia Kopernick: O avesso do texto: leitura de três romances de Reinaldo Santos Neves sob a perspectiva da fase do espelho da teoria de Lacan. Monografia apresentada no curso de especialização em Literatura de Língua Portuguesa, Departamento de Letras, UFES, 1994;
7. Djalma Vazzoler: Reinaldo Santos Neves: Uma escritura para cada romance. Monografia apresentada em curso de especialização em Literatura Brasileira, Vitória, 1996;


Estudos publicados em periódicos acadêmicos

8. Francisco Aurelio Ribeiro: Sueli, um caso de amor com a literatura. In Livros capixabas no vestibular. Cadernos de Cultura, Secretaria de Cultura, UFES, 1993;
9. Deny Gomes: Sueli sob o signo da ambigüidade. Idem, ibidem;
10. Telma M. Boudou: Sueli: romance? Idem, ibidem;
11. Ester Abreu V. de Oliveira: A crônica de Malemort: o medievo e a ficção capixaba. In Signos em interação, Departamento de Letras, UFES, 1996;
12. Maria Isolina de Castro Soares: Má notícia para o pai da criança: o texto capixaba no percurso lacaniano. In Cadernos de Pesquisa, Departamento de Letras, UFES, n. 1, 1997;
13. Tânia C. V. Canabarro: O processo de criação em Sueli: romance confesso. Idem, ibidem.
14. Geraldo Viana Murta: A resposta da psicanálise a Sueli. In Cadernos de Pesquisa, Departamento de Letras, UFES, n. 2, 1998;
15. Maria Lúcia Kopernick: Uma identidade para Graciano. In Revista da Academia Espírito-santense de Letras, 2001;
16. Luiz Romero de Oliveira: O amor e a escrita: o discurso amoroso em Sueli: romance confesso e Muito soneto por nada, de Reinaldo Santos Neves. In Contexto n. 8, Vitória: Programa de Pós-graduação em Letras da UFES, 2001;
17. Luiz Romero de Oliveira: Na cena da escrita: recortes de Sueli: romance confesso e Muito soneto por nada, de Reinaldo Santos Neves. In Sofia n. 8, Vitória: Departamento de Filosofia da UFES, 2001-02;
18. Deneval Azevedo Filho: O romance dos anos 70 na literatura brasileira contemporânea do Espírito Santo – Reinaldo Santos Neves – A Crônica de Malemort: Dialética cultural em (ul) trajes de pós-modernidade. In Contexto, revista do Programa de Pós-Graduação em Letras, UFES, n. 9, 2002;
19. Maria Isolina de Castro Soares: Compondo em forma fixa a idéia fixa [leitura de um dos poemas de Muito soneto por nada]. In Poesia: Horizonte e Presença, Programa de Pós-Graduação em Letras, UFES, 2002;
20. Lillian DePaula: A tradução da tradição como critério de inventividade. In Contexto, revista do Programa de Pós-Graduação em Letras, UFES, n. 12, 2005;
21. Paulo Roberto Sodré: A demanda do medievo de Reinaldo Santos Neves: Apontamentos sobre A crônica de Malemort. Idem, ibidem;
22. Enyldo Carvalhinho Filho: A estética do jazz em Sueli, de Reinaldo Santos Neves. In Luiz Romero de Oliveira et alii (orgs.): Bravos Companheiros e Fantasmas: Estudos críticos sobre o autor capixaba, Flor&Cultura Editores / Programa de Pós-Graduação em Letras da UFES, 2006;
23. Karina de Rezende Tavares Fleury: Muito soneto por nada: Aproximações e transgressões em relação à tópica trovadoresca. Idem, ibidem;
24. Erly Vieira Jr.: Todo personagem tem o romance que merece: uma resenha de Kitty aos 22, de Reinaldo Santos Neves. In Lino Machado et alii (orgs.): Bravos Companheiros e Fantasmas 2: Estudos críticos sobre o autor capixaba, Programa de Pós-Graduação em Letras da UFES, 2007.
25. Francisco Fernando Marques Jr.: O que há de Kitsch em Kitty. Idem, ibidem;
26. Luiz Romero de Oliveira: Bem-vinda, Kitty, à literatura. Idem, ibidem;
27. Maria Amélia Dalvi Cristo: Quem é, ou se quer, o “autor” de Kitty aos 22. Idem, ibidem;
28. Rogério Soares: Um narrador deveras intrometido – não é, Kitty? Idem, ibidem;
29. Sandra dos Reis Abrante Nunes: Demasiadamente humanas... As divinas musas de Reinaldo Santos Neves. Idem, ibidem;
30. Wilberth C. F. Salgueiro: Um baita kit: nomes a mancheias num romance de Reinaldo Santos Neves. Idem, ibidem;
31. Jorge Luiz do Nascimento: Alguns apontamentos sobre A longa história, de Reinaldo Santos Neves, ou Navegando num livro de areia. In Lino Machado et alii (orgs.): Bravos Companheiros e Fantasmas 3: Estudos críticos sobre o autor capixaba, Programa de Pós-Graduação em Letras da UFES, 2008.
32. Lucas dos Passos e Silva: Miguel, Reinaldo, Bith e o(s) soneto(s). Idem, ibidem;
33. Nelson Martinelli Filho: O “loser do ano”: Paródia ao discurso romântico em Kitty aos 22: Divertimento, de Reinaldo Santos Neves. Idem, ibidem;
34. Vanda Luiza de Souza Netto: A longa viagem engendrada no mosteiro. Idem, ibidem;
35. Wilberth C. F. Salgueiro: Uma longa história de ficções: O deus do medievo e o de hoje. Idem, ibidem;
36. Nelson Martinelli Filho: As relações intertextuais entre Gil Vicente e Reinaldo Santos Neves. In Alexandre Moraes et alii (orgs.): A crítica literária: percursos, métodos, exercícios. Vitória: Programa de Pós-Graduação em Letras da UFES, 2009;
37. Carla Simone Vasconcellos: Reinaldo no reino da ironia. In Deneval Sequeira de Azevedo Filho et alii (orgs.): Bravos Companheiros e Fantasmas 4: Estudos críticos sobre o autor capixaba, Editora da UFES, 2011;
38. Lucas dos Passos: Gestos e nomes: Domingos Cani, de Reinaldo Santos Neves, e Eulálio d’Assumpção, de Chico Buarque. In Deneval Sequeira de Azevedo Filho et alii (orgs.): Bravos Companheiros e Fantasmas 4: Estudos críticos sobre o autor capixaba, Editora da UFES, 2011;
39. Nelson Martinelli Filho: De Catarinas a Catarinetas: Navegações pela obra de Reinaldo Santos Neves. In Deneval Sequeira de Azevedo Filho et alii (orgs.): Bravos Companheiros e Fantasmas 4: Estudos críticos sobre o autor capixaba, Editora da UFES, 2011;
40. Wilberth C. F. Salgueiro: Pleonasmo e onanismo enquanto técnicas de construção literária (uma leitura de Sueli, de Reinaldo Santos Neves). In Deneval Sequeira de Azevedo Filho et alii (orgs.): Bravos Companheiros e Fantasmas 4: Estudos críticos sobre o autor capixaba, Editora da UFES, 2011;
41. Lillian DePaula: Desdobramentos de um original: A crônica de Malemort. In Deneval Sequeira de Azevedo Filho et alii (orgs.): Bravos Companheiros e Fantasmas 4: Estudos críticos sobre o autor capixaba, Editora da UFES, 2011;
42. Maiara de Oliveira: O mito de Cinderela em Kitty aos 22: Divertimento. In Deneval Sequeira de Azevedo Filho et alii (orgs.): Bravos Companheiros e Fantasmas 4: Estudos críticos sobre o autor capixaba, Editora da UFES, 2011;
43. Sueli Gomes da Silva Oliveira: Kitty: Divertimento entre o som e o silêncio. In Deneval Sequeira de Azevedo Filho et alii (orgs.): Bravos Companheiros e Fantasmas 4: Estudos críticos sobre o autor capixaba, Editora da UFES, 2011;
44. Nelson Martinelli Filho: Rito, celebração e releitura em A ceia dominicana: romance neolatino, de Reinaldo Santos Neves. In Leni Ribeiro Leite et alii (orgs.): II Jornada de Estudos Clássicos - Rito e celebração na antiguidade. Programa de Pós-Graduação em Letras, UFES, 2012.
45. Adriana Falqueto Lemos: A ceia dominicana: romance neolatino e Satyricon - A mimese de duas sociedades espelhadas. In Maria Amélia Dalvi et alii (orgs.): Bravos Companheiros e Fantasmas 5: Estudos críticos sobre o autor capixaba, Editora da UFES, 2014;
46. Fabiane Pimentel Silva: Um centauro no jardim: Incursões híbridas em “A Trilogia Graciana” - Processo metaficcional em Reinaldo Santos Neves. In Maria Amélia Dalvi et alii (orgs.): Bravos Companheiros e Fantasmas 5: Estudos críticos sobre o autor capixaba, Editora da UFES, 2014;
47. Guilherme Duque: Nau, náufrago, naufrágio: Alegoria e presságio em A ceia dominicana de Reinaldo Santos Neves. In Maria Amélia Dalvi et alii (orgs.): Bravos Companheiros e Fantasmas 5: Estudos críticos sobre o autor capixaba, Editora da UFES, 2014;
48. Helena Cirelli Guedes: Patriarcalismo e especismo no romance A ceia dominicana, de Reinaldo Santos Neves. In Maria Amélia Dalvi et alii (orgs.): Bravos Companheiros e Fantasmas 5: Estudos críticos sobre o autor capixaba, Editora da UFES, 2014;
49. Nelson Martinelli Filho: De autor a personagem e vice-versa: A autoficção na Trilogia Graciana, de Reinaldo Santos Neves. In Maria Amélia Dalvi et alii (orgs.): Bravos Companheiros e Fantasmas 5: Estudos críticos sobre o autor capixaba, Editora da UFES, 2014;
50. Rita de Cássia Maia e Silva Costa: A invenção do autor ou Da função ficcional dos paratextos em A folha de hera: romance bilíngue, de Reinaldo Santos Neves. In Maria Amélia Dalvi et alii (orgs.): Bravos Companheiros e Fantasmas 5: Estudos críticos sobre o autor capixaba, Editora da UFES, 2014;
51. Sueli Gomes da Silva Oliveira: Kitty aos 22: A intertextualidade e o divertimento. In Maria Amélia Dalvi et alii (orgs.): Bravos Companheiros e Fantasmas 5: Estudos críticos sobre o autor capixaba, Editora da UFES, 2014;
52. Wilberth Salgueiro: Olhai e vede, mire veja: O que há de contemporâneo no medievo de Reinaldo Santos Neves e no sertão de Guimarães Rosa? Fé, sexo e violência em A folha de hera (2010), em Grande Sertão: Veredas (1956) e hoje em dia. In Maria Amélia Dalvi et alii (orgs.): Bravos Companheiros e Fantasmas 5: Estudos críticos sobre o autor capixaba, Editora da UFES, 2014;
53. Neves, Inês Aguiar dos Santos. O ouvidor-mor do jazz: ficção crítico-musical em Dois graus a leste, três graus a oeste, de Reinaldo Santos Neves. In Monica Vermes et alii (orgs.): Entre literatura e música: afinidades, tensões. Anais do XVII Congresso de Estudos Literários, Programa de Pós-Graduação em Letras da UFES, 2016. Disponível online.


Resenhas publicadas em revistas e jornais

54. José Augusto Carvalho: Reino dos medas. In A Gazeta, Vitória, 23.05.1971;
55. Christiano Ferreira Fraga: Romance da noite [sobre Reino dos medas]. In A Gazeta, Vitória, 30.05.1971;
56. Olival Mattos Pessanha: Reino dos medas: criação e força. In A Gazeta, Vitória, 17.06.1971;
57. Renato Pacheco: Uma estranha maravilha [sobre A crônica de Malemort]. In A Gazeta, Vitória, 15.09.1978;
58. Christiano Ferreira Fraga: Extraordinário romance [sobre A crônica de Malemort]. In A Gazeta, Vitória, 23.09.1978;
59. Antonio Carlos Neves: Santos Neves lança A crônica de Malemort. In Vitorianews, 15.10.1978;
60. Miguel Deps Tallon: Registro medieval [sobre A crônica de Malemort]. In Jornal do Brasil, Rio, 28.10.1978;
61. Lena Chaves: Forma medieval [sobre As mãos no fogo]. In Veja, São Paulo, 04.07.1984;
62. Herbert Daniel: Lendas capixabas de um erotismo doce e perverso [sobre As mãos no fogo: o romance graciano.] In Pasquim, Rio, 26 de julho de 1984;
63. Alfredo Rebelo Leite: A crônica de Malemort, de Reinaldo Santos Neves. In Convivium, revista bimestral de investigação e cultura, Ed. Convívio, São Paulo, vol. 27, n. 6, nov./dez. 1984;
64. Márzia Figueira: Um romance conta a sua história [sobre Sueli: romance confesso]. In A Gazeta, Vitória, 10.08.1989;
65. Renato Pacheco: A busca do impossível [sobre Sueli: romance confesso]. In A Tribuna, Vitória, 11.08.1989;
66. Deny Gomes: Má notícia para o pai da criança. In A Gazeta, Vitória, 17.09.1995;
67. Luiz Romero de Oliveira: Kitty aos 22: divertimento. In Essa n. 9, Vitória, janeiro de 2006;
68. Marcelo Pereira: Admirável mundo jovem [sobre Kitty aos 22: divertimento]. In A Gazeta, Vitória, 12.05.2006;
69. Paulo Bentancur: A Idade Média na literatura contemporânea brasileira. In Rascunho: o jornal de literatura do Brasil. Curitiba, 19.11.2007;
70. André Luís Mansur: Fantasia histórica “made in Brazil” [sobre A longa história]. In O Globo, Rio, 22.12.2007;
71. Rita de Cássia Maia e Silva Costa: Quando o autor se torna ficção. In A Gazeta, Caderno Pensar, Vitória, 10.11.2012;
72. Nelson Martinelli Filho: As múltiplas faces do romancista. In A Gazeta, Caderno Pensar, Vitória, 10.11.2012;
73. Rita de Cássia Maia e Silva Costa: O herói da narrativa [sobre Heródoto, IV, 196]. In A Gazeta, Caderno Pensar, Vitória, 30.11.2013;
74. Gilbert Chaudanne: Reinaldo Santos Neves e o canivete suíço. In A Gazeta, Caderno Pensar, Vitória, 10.05.2014;
75. Lillian DePaula: Reciclado e novo em folha [sobre A folha de hera]. In A Gazeta, Caderno Pensar, Vitória, 31.05.2014;


Outros

76. Bráulio do Nascimento: O romance tradicional da Donzela Guerreira em três performances: 1. Donzela guerreira (versão catarinense); 2. Grande sertão: veredas, romance de Guimarães Rosa; 3. “A fome e a vontade de comer”, conto de Reinaldo Santos Neves. Comunicação apresentada no XX Encontro Cultural de Laranjeiras: O folclore e suas projeções: A projeção literária, Rio, 1984;
77. Djalma Vazzoler: Múltiplas escrituras: Reinaldo Santos Neves: vida e obra. Coleção Roberto Almada, vol. 8, Secretaria de Cultura da Prefeitura Municipal de Vitória, 2002;
78. Wilberth Salgueiro: Prosa sobre prosa. Machado de Assis, Guimarães Rosa, Reinaldo Santos Neves e outras ficções. Vitória, Editora da UFES, 2013.

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