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SUMÁRIO GERAL DA OBRA Textos introdutórios ● Mensagem da Petrobras S/A ● Luiz Guilherme Santos Neves: Quem embarca, quem embarca? ● Reinaldo Santos Neves: Este livro ● Fernando Achiamé: Canto de amor ao Espírito Santo ou Iaiá, você vai à Penha? Coletânea de estudos e registros do folclore capixaba: 1944-1982 Prólogo: Folclore capixaba Primeira parte:[Ler o restante do artigo]
Aqui você poderá ouvir algumas gravações realizadas pelo Professor Guilherme Santos Neves nos anos de 1950. Incelência [Audio clip: view full post to listen] Tangolomango [Audio clip: view full post to listen] Jogo do Bicho [Audio clip: view full post to listen] Rosário de Maria [Audio clip: view full post to listen] Na cidade de Belém[Ler o restante do artigo]
Na verdade patola é um apelido dado ao siri. Foi assim chamado pelos antigos homens do litoral capixaba que habitavam nas vilas de pescadores. Podemos dizer que este cognome lhe cai como luva porque patola quer dizer maluco, pateta. Vejamos a explicação. Siri é um crustáceo que vive no fundo dos braços de mar, um decápode,[Ler o restante do artigo]
PENEDO VAI… Penedo vai, Penedo vem, Penedo é terra De quem quer bemVenha cá fulana, Venha cá, meu bem, Se tu és de tua mãe És minha também. Brinquedo de roda muito conhecido em Vitória, Guarapari, São Mateus, Linhares, Colatina, Santa Teresa, Serra, Araçatiba e, certamente, em todos os recantos da terra capixaba. Em Vitória, também se ouve cantar — “Penedo[Ler o restante do artigo]
Quase podemos afirmar que o jogo de gude ou de bolinhas não tem, entre os garotos capixabas, o seu mês determinado e certo. Joga-se de janeiro a dezembro, aqui na ilha, ora com mais, ora som menos freqüência — mas joga-se todo o ano. O jogo é sabido de todos, e conhecido em vários dos seus tipos: o dos[Ler o restante do artigo]
As meninas de hoje em dia, quase deixaram de lado, perdido no tempo, o interessante jogo das pedrinhas, também conhecido entre nós, como belisca ou cinco Marias. É jogo dos mais antigos. Basta dizer que nos vem ele da velha Grécia, ou de Roma, segundo diz-se se pode ver em antigas pinturas de eras seculares. Todos os povos o[Ler o restante do artigo]
Situado entre a Bahia (ao norte), o Estado do Rio (ao sul), Minas Gerais (a oeste) e o Atlântico (a leste), possui o Espírito Santo variado e opulento acervo de tradições populares. Esses fatos folclóricos, ele os recebeu e adaptou: do contingente colonizador português; da contribuição negra que da África lhe veio; da presença nativa[Ler o restante do artigo]
Durante os seus longos e bem ou mal vividos 425 anos, o Espírito Santo, modificando-se, através dos tempos, na sua feição sócio-econômica, também sofreu mudanças na sua fisionomia folclórica. Nesta, porém, muito menos acentuadamente que naquela. O caminhar, precipitado ou lento, rumo ao progresso atual, não deformou de todo a alma de nossa gente. E[Ler o restante do artigo]
NO SÉCULO XIX São as Bandas de Congos conjunto musical típico do folclore capixaba. A primeira referência impressa (mas não a mais remota) figura no livro do Padre Antunes de Sequeira, Esboço histórico dos costumes do povo espírito-santense,[1] onde — segundo tudo indica — se faz menção a uma das primitivas Bandas de Congos, integradas por índios[Ler o restante do artigo]
I – Dia do folclore O dia 22 de agosto foi declarado Dia do Folclore, no Brasil, conforme decreto n° 56.747, de 17 de agosto de 1965. A palavra folclore vem do inglês folk, que significa povo,e lore, que é o particípio passado antigo do verbo to learn — aprender, conhecer. A expressão foi criada pelo escritor William John Thoms,[Ler o restante do artigo]