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Associação Colonial do Rio Novo O texto desta publicação é a propaganda oficial que atraiu os suíços para Rio Novo. Foi publicado em português, francês e alemão, datado de 14 de fevereiro de 1854. O original ficou guardado com a família Rohr. Com a movimentação dos descendentes dos suíços, Valdenir Rohr o descobriu no[Ler o restante do artigo]
PREFÁCIO O material para o presente trabalho foi colhido numa viagem de quatro mesees através das regiões do Estdo do Espírito Santo, onde se situam as colônias de alemães. Ter-me-ia sido impossível, nesse pequeno espaço de tempo, apossar-me de tantos dados, se não tivesse encontrado, por toda parte, a maior boa vontade. Só em poucos[Ler o restante do artigo]
Antecedentes Dizem os historiadores germânicos que a história dos alemães no Brasil começa com a descoberta da terra, pois sem a orientação de Mestre João (Meister Johann), Pedro Álvares Cabral dificilmente teria chegado a este país-continente. O primeiro alemão, no entanto, que se tornou famoso no Brasil foi o hessiano Hans Staden, que permaneceu aqui[Ler o restante do artigo]
Pesquisa demo-biológica, realizada, com o fim de contribuir para o estudo do problema da aclimação, numa população de origem alemã, estabelecida no Brasil Oriental Gustav Giemsa e Ernst G. Nauck EXPLICAÇÃO DO TRADUTOR O presente trabalho constitui, a bem dizer, uma continuação da obraA Colonização Alemã no Espírito Santo, de Ernst Wagemann, já publicada pelo[Ler o restante do artigo]
INTRODUÇÃO Antes de tudo Giovanni Papini, o vulcânico escritor que, de 1917 a 1950, iluminou o mundo das letras italianas e cujos lampejos coruscaram em todas as latitudes culturais, esgrimiu-se com muitos dos espadachins intelectuais que não fumavam do mesmo tabaco de seu cachimbo. Porque vaidoso, sarcástico, irreverente, não poupou os tímidos e indecisos. Escudou-se[Ler o restante do artigo]
CAPÍTULO I - Por uma identidade ítalo-capixaba 1. Razões da emigração italiana — 2. Os insucessos da colonização alemã. — 3. O depoimento de Enrico Ferri. — 4. Núcleo Muniz Freire: centenário de um fracasso — 5. Breves notícias da província. — 6. Primeiro problema: a escravatura — 7. Segundo problema: a vocação agrícola do Brasil.[Ler o restante do artigo]
A colonização alemã no Espírito Santo começou em 1847 com a vinda de emigrantes para o vale do Jacu [ou Jucu] na localidade que tomou o nome de Santa Isabel. Dez anos mais tarde outra colônia foi fundada no vale do rio Santa Maria da Vitória, entre os rios Mangaraí e Santa Maria. Esta colônia[Ler o restante do artigo]
No título está a meta deste nosso trabalho, contribuição pequena, mas fiel a dados oficiais, a relatórios e ofícios enviados para os presidentes da então província do Espírito Santo. A fonte, portanto, é boa, e a pesquisa foi feita com seriedade e carinho. Procuramos com nossa parcela de estudo e paciência oferecer um campo inesgotável[Ler o restante do artigo]
Para comemorar o primeiro centenário do imigrado no Espírito Santo, me propus escrever sua origem e causas e recordar os acontecimentos relevantes. Dei-me à pesquisa. Morei na Biblioteca Municipal e Arquivo. Pouco material encontrei que interessasse o meu caso específico. Há muito material sobre São Paulo e Estados Sulinos. Escrevi trinta cartas a pessoas que[Ler o restante do artigo]
Na recente literatura antropológica sobre comunidades agrárias da América Latina dá-se cada vez mais ênfase às estratégias que os agricultores, individual ou coletivamente, procuram seguir para sobreviver. [entre outros, Cancian, 1972; Ortiz, 1973] Como é lógico, são especialmente as decisões relacionadas com o processo de produção e distribuição agrária as que recebem maior atenção. Em[Ler o restante do artigo]