Memória

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35

O viés sócio-historiográfico de um diário escrito no Espírito Santo em meados do século XX

O engenheiro geólogo Luiz Edmundo Appel não devia ser apaixonado pelo futebol. Se fosse, teria escutado toda a transmissão, pelo rádio, do jogo Brasil, 7, Suécia, 1, na Copa de 50. Mas, indiferente ao campeonato que empolgava o povo brasileiro, o engenheiro escutou apenas o fim daquela partida espetacular, isso mesmo por ter saído do[Ler o restante do artigo]

SANTOS NEVES, Luiz Guilherme. O viés sócio-historiográfico de um diário escrito no Espírito Santo em meados do século XX. Vitória, 2011. Texto inédito.

1950: Diário de um engenheiro no Espírito Santo

Meu pai, Luiz Edmundo Appel   Luiz Carlos Seara Appel Meu pai, Luiz Edmundo Appel (1924-2006), ainda era um jovem e recém formado engenheiro de minas, metalurgia e geologia, quando em 1950 andou pelo Espírito Santo. Naqueles idos, num vai-e-vem entre Linhares, Colatina, São Mateus, Nova Venécia, Vitória e outros lugares menores, realizou um trabalho[Ler o restante do artigo]

APPEL, Luiz Edmundo. [Diário de viagem ao Espírito Santo em 1950], Texto inédito.

O Espírito Santo em princípios do século XIX

APONTAMENTOS feitos pelo bispo do Rio de Janeiro quando de sua visita à capitania do Espírito Santo nos anos de 1812e 1819 Transcrição do original e coordenação da edição: Maria Clara Medeiros Santos Neves Estudo introdutório: Luiz Guilherme Santos Neves Produção: Estação Capixaba e Cultural-ES Prefácio Terra de poucos habitantes, a maioria iletrada, foi graça[Ler o restante do artigo]

COUTINHO, D. José Caetano da Silva. Freguesia da Vitória in O Espírito Santo em princípios do século XIX. (Reprodução integral do livro)

O desbravamento das selvas do Rio Doce: Memórias

Prefácio Qui de terra est, de terra loquitur. Ser Giovanni Fiorentino, Il Pecorone, XIII.   O engenheiro Ceciliano Abel de Almeida era Reitor da Universidade do Espírito Santo quando fui seu hóspede, janeiro de 1955, dando um breve curso de Antropologia Cultural. Alto, magro, sorridente, o gesto lento desenhava no ar os episódios inesquecidos de uma[Ler o restante do artigo]

ALMEIDA, Ceciliano Abel de. O desbravamento das selvas do Rio Doce: Memórias. Reprodução da 2. edição publicada no Rio de Janeiro, pela Jose Olympio Editora, em 1978. (Coleção Documentos Brasileiros)

Memórias do passado: A Vitória através de meio século

Autor: Padre Francisco Antunes de Siqueira Edição de texto, estudo e notas: Fernando Achiamé   Introdução O culpado pela elaboração deste trabalho é Reinaldo Santos Neves. Há mais de dez anos me entregou uma transcrição de artigos publicados de forma anônima no jornal A Província do Espírito Santo em 1885. Pediu que fizesse um breve[Ler o restante do artigo]

SIQUEIRA, Pe. Francisco Antunes de. Memórias do passado: A Vitória através de meio século. Vitória: Florecultura: Cultural-ES, 1999.

O maná do céu e a praga da Alcelina

Comentário Jair Santos vivenciou durante a sua adolescência — isso nos anos 40 — a rotina dos pescadores do Pontal de Itapuã, em Vila Velha, e é com base nessa vivência que ele faz o relato que se segue, com personagens reais, alguns deles ainda vivos, resultando numa importante contribuição para a memória do município.[Ler o restante do artigo]

SANTOS, Jair. O maná do céu e a praga da Alcelina. Texto inédito publicado no site Estação Capixaba em 2000.

Falando de Vitória

Introdução Lendo os artigos que Luiz Serafim Derenzi escreveu sobre Vitória, chega-se à conclusão de que muita coisa continua “como antes no quartel de Abrantes”. Neles o autor comenta, ainda na década de 1970, sua insatisfação com o crescimento da cidade e com o descaso das autoridades com problemas que exigiam uma rápida solução. Apesar[Ler o restante do artigo]

DERENZI, Luiz Serafim. Falando de Vitória. Reunião de vários artigos publicados na década de 1970, com texto introdutório de Maria Clara Medeiros Santos Neves.

A extinta ilha da Forca na enseada da Prainha

Tratava-se de uma elevação rochosa baixa com rara vegetação situada na frente da praia de Inhoá e da pedra do Cruzeiro. A importância dessa ilha no cenário histórico de Vila Velha está no fato de que, quando Vasco Fernandes Coutinho iniciou o assentamento do primeiro povoado, o fez seguindo o padrão usado pelos conquistadores do[Ler o restante do artigo]

O morro do Moreno na história do Espírito Santo

Assim que chegou à sua capitania, Vasco Fernandes Coutinho estabeleceu o colono João Moreno naquele que seria o primeiro posto de observação da província e que, mais tarde, tomou seu nome. João Moreno foi citado no “Tratado Descritivo do Brasil”, escrito por Gabriel Soares de Souza, no ano de 1587. João Moreno teve como função[Ler o restante do artigo]

SANTOS, Jair. O morro do Moreno na história do Espírito Santo.

O polêmico morrinho

Tão logo recebeu o diploma de engenheiro, o jovem Antônio Francisco de Athayde elaborou, em 1894, a primeira planta cadastral de Vila Velha atendendo, provavelmente, a solicitação do administrador da época. Nesse trabalho, cuja cópia está arquivada na Casa da Memória de Vila Velha, o jovem profissional mostrou as principais ruas existentes e projetou novas[Ler o restante do artigo]

SANTOS, Jair. O polêmico morrinho. Texto inédito.