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	<title>Arquivos Patrimônio Cultural &#8902; Estação Capixaba</title>
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	<description>Patrimônio Cultural Capixaba</description>
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	<title>Arquivos Patrimônio Cultural &#8902; Estação Capixaba</title>
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		<title>Oratórios, capelas e igrejas do município de Santa Teresa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Aug 2016 16:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro Educacional Leonardo Da Vinci]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Teresa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Capa do livro. No ano de 2000, o Centro Educacional Leonardo da Vinci, com alunos das 6ªs séries, iniciou a coleta de dados para a edição do livro Oratórios, capelas e igrejas do município de Santa Teresa. A partir da concepção do projeto (1999), após coleta de dados e editoração, 1.000 volumes foram impressos em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
</div>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-KAviyICgsrE/V6imO0T73wI/AAAAAAAAKPY/8C10ihFRu44qf4hZtBFqtnueiByT7UFswCLcB/s1600/capa-livro.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img fetchpriority="high" decoding="async" alt="Capa do livro." border="0" height="640" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/08/capa-livro.jpg" class="wp-image-5311" title="Capa do livro." width="486" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Capa do livro.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>
No ano de 2000, o Centro Educacional Leonardo da Vinci, com alunos das 6ªs séries, iniciou a coleta de dados para a edição do livro <i><b>Oratórios, capelas e igrejas do município de Santa Teresa</b></i>.</p>
<p>A partir da concepção do projeto (1999), após coleta de dados e editoração, 1.000 volumes foram impressos em 2001, resultando em importante registro para a história de Santa Teresa, com grande enfoque na imigração italiana e pomerana no Espírito Santo.</p>
<p>A 1ª viagem com alunos para a coleta de dados, ocorreu em 12 de fevereiro de 2000.</p>
<p>Informações relacionadas com a pesquisa e a publicação:</p>
<p>– Número de Oratórios, Capelas e Igrejas visitados: 129;<br />
– Número de viagens realizadas a Santa Teresa: 35;<br />
– Soma das distâncias percorridas nas viagens: 8.073 Km;<br />
– Quantidade de litros de combustível empregados: 716,40 litros;<br />
– Quantidade de fotos realizadas pelos participantes: 1.749 (na época, fotos em papel, não digitais);<br />
– Número de alunos participantes (voluntariamente): 43;<br />
– Número de acompanhantes (voluntários): 21;<br />
– Número de imagens editadas: 660.</p>
<p>Esgotada totalmente a edição impressa, o Centro Educacional Leonardo Da Vinci e o site Estação Capixaba publicam neste ano de 2016 a versão online. Clique no link abaixo para visualizar o texto completo.</p>
<div style="text-align: center;">
<b><a href="https://dl.dropboxusercontent.com/u/38539432/11-ESTA%C3%87%C3%83O%20CAPIXABA_em%20vigor/Blogger/Patrim%C3%B4nio/Oratorios_Capelas_e_Igrejas_de_Santa_Teresa-Leonardo%20DaVinci.pdf" target="_blank" rel="noopener">Oratórios, capelas e igrejas do município de Santa Teresa</a></b></div>
<p>
&#8212;&#8212;&#8212;<br />
<b><span style="color: #660000;">© 2001 </span></b>Publicação com direitos autorais em vigor. A utilização / divulgação<b> sem prévia autorização </b>do Centro Educacional Leonardo Da Vinci configura clara violação à lei de direitos autorais.<br />
&#8212;&#8212;&#8212;</p>
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		<item>
		<title>Farol Santa Luzia</title>
		<link>https://estacaocapixaba.com.br/farol-santa-luzia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jan 2016 20:53:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[EC]]></category>
		<category><![CDATA[Municípios]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Vila Velha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Farol Santa Luzia, Vila Velha, ES. Foto Maria Clara Medeiros Santos Neves, dezembro de 2015. Em meados do século XIX já era intenção do governo da província do Espírito Santo melhorar as condições de acesso ao porto de Vitória e para isso solicitou providências ao governo central. Somente em 1871 o Ministério da Marinha comunicava [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://2.bp.blogspot.com/-6Ga9kPoMb-s/WIojgjC8h8I/AAAAAAAALVI/-DYHRy7iwN03j3imrzWq3JtbajU8DEP2QCLcB/s1600/DSCN6857-b.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img decoding="async" alt="Farol Santa Luzia, Vila Velha, ES. Foto Maria Clara Medeiros Santos Neves, dezembro de 2015." border="0" height="480" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/DSCN6857-b.jpg" class="wp-image-5674" title="Farol Santa Luzia, Vila Velha, ES. Foto Maria Clara Medeiros Santos Neves, dezembro de 2015." width="640" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Farol Santa Luzia, Vila Velha, ES. Foto Maria Clara Medeiros Santos Neves, dezembro de 2015.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Em meados do século XIX já era intenção do governo da província do Espírito Santo melhorar as condições de acesso ao porto de Vitória e para isso solicitou providências ao governo central. Somente em 1871 o Ministério da Marinha comunicava ao presidente da província o envio de peças para a construção de um farol que fora encomendado pelo barão de Cotegipe. Essas peças viriam da Inglaterra sob orientação do engenheiro Zózimo Barroso.</p>
<p>Para o Espírito Santo vieram alguns engenheiros que realizaram estudos para a escolha de um local adequado à instalação do farol, e esta recaiu sobre a ponta de Santa Luzia, próxima ao morro do Moreno, na Praia da Costa, em Vila Velha.</p>
<p>O farol foi então montado com a altura de 12 metros, sendo inaugurado em 7/9/1871.</p>
<p>Atualmente encontra-se aberto à visitação, de terça-feira a domingo, das 9:00h às 17:00h.</p>
<div style="text-align: center;">
***</div>
<p>
Localização: Ponta de Santa Luzia, entre a praia da Costa e o morro do Moreno, Vila Velha.<br />
Proprietário: Ministério da Marinha.</p>
<p>
&#8212;&#8212;&#8212;<br />
<b><span style="color: #660000;">© 2000 </span><span style="color: #660000;">Estação Capixaba.&nbsp;</span></b>Texto com direitos autorais em vigor. A utilização / divulgação&nbsp;<b>sem prévia autorização</b>&nbsp;dos detentores configura violação à lei de direitos autorais e desrespeito aos serviços de preparação para publicação.<br />
&#8212;&#8212;&#8212;</p>
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		<item>
		<title>Estação Ferroviária Pedro Nolasco</title>
		<link>https://estacaocapixaba.com.br/estacao-ferroviaria-pedro-nolasco/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jan 2016 20:27:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[EC]]></category>
		<category><![CDATA[Municípios]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Vila Velha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Museu Vale (Estação Pedro Nolasco), Vila Velha. Foto Maria Clara Medeiros Santos Neves, 2010. O prédio da Estação Ferroviária Pedro Nolasco, inaugurado em 1927, foi sede da Estação São Carlos da Estrada de Ferro Vitória a Minas, passando a denominar-se Estação Pedro Nolasco a partir de 1935. Atualmente pertence à Companhia Vale do Rio Doce, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://4.bp.blogspot.com/-JSNW9M9dfkQ/WIkPrqT0mtI/AAAAAAAALU4/x6iQmh0Cd2EjCZtn4IANR9nZuglXlizvgCLcB/s1600/SDC19387b.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img decoding="async" alt="Museu Vale (Estação Pedro Nolasco), Vila Velha. Foto Maria Clara Medeiros Santos Neves, 2010." border="0" height="283" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/SDC19387b.jpg" class="wp-image-5752" title="Museu Vale (Estação Pedro Nolasco), Vila Velha. Foto Maria Clara Medeiros Santos Neves, 2010." width="400" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Museu Vale (Estação Pedro Nolasco), Vila Velha. Foto Maria Clara Medeiros Santos Neves, 2010.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>
O prédio da Estação Ferroviária Pedro Nolasco, inaugurado em 1927, foi sede da Estação São Carlos da Estrada de Ferro Vitória a Minas, passando a denominar-se Estação Pedro Nolasco a partir de 1935. Atualmente pertence à Companhia Vale do Rio Doce, sendo sede do Museu Ferroviário Vale do Rio Doce.</p>
<p>Localizado em área com vista privilegiada da baía de Vitória, é um exemplar de características ecléticas bastante sóbrias, sem excessos decorativos nem nas fachadas nem no interior. Compõe-se de três pavimentos divididos basicamente em três compartimentos cada um.</p>
<p>A fachada principal tem o corpo central destacado pelo pórtico de colunas jônicas no primeiro pavimento e por um arco abatido que alcança os três vãos do terceiro pavimento.</p>
<p>O destaque do interior verifica-se mais uma vez nos compartimentos centrais devido especialmente aos vãos e suas esquadrias, sendo o terceiro pavimento enriquecido pela presença da cúpula.</p>
<div style="text-align: center;">
</div>
<div style="text-align: center;">
***</div>
<p>
Localização: Argolas, município de Vila Velha, em frente à baía de Vitória.<br />
tombamento: Conselho Estadual de Cultura, em 17/3/1986, processo n. 02/84, inscrição no Livro Histórico n. 127, fl. 24.</p>
<p>
[Texto que integra as exposições do Museu Ferroviário Pedro Nolasco]</p>
<p>
&#8212;&#8212;&#8212;<br />
<b><span style="color: #660000;">© 2000&nbsp;</span></b>Texto com direitos autorais em vigor. A utilização / divulgação&nbsp;<b>sem prévia autorização</b>&nbsp;dos detentores configura violação à lei de direitos autorais e desrespeito aos serviços de preparação para publicação.<br />
&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<blockquote class="tr_bq"><p>
<b>Maria Clara Medeiros Santos Neves</b>, coordenadora do site ESTAÇÃO CAPIXABA, é museóloga formada pela Universidade do Rio de Janeiro e pós-graduada em Biblioteconomia pela UFMG, autora do projeto do Museu Vale e de diversas publicações. (Para obter mais informações sobre o autor e outros textos de sua autoria publicados neste site,&nbsp;<a href="https://estacaocapixaba.com.br/maria-clara-medeiros-santos-neves-bio/" target="_blank" rel="noopener">clique aqui</a>)</p></blockquote>
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]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Convento de Nossa Senhora da Penha</title>
		<link>https://estacaocapixaba.com.br/convento-de-nossa-senhora-da-penha/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jan 2016 19:42:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Convento da Penha]]></category>
		<category><![CDATA[EC]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Guilherme Santos Neves]]></category>
		<category><![CDATA[Municípios]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Vila Velha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Convento da Penha. Foto Guilherme Santos Neves, anos 1950. Frei Pedro Palácios, irmão franciscano leigo, nascido em Medina do Rio Seco, Espanha, aportou em Vila Velha em 1558 iniciando a construção de uma ermida dedicada a Nossa Senhora, no alto do morro da Penha. Ele trouxe consigo um painel de Nossa Senhora dos Prazeres e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://4.bp.blogspot.com/-iTCmWnmdJy4/WIkIMO6JimI/AAAAAAAALUY/VyZcI348WjcSrDhEgCVkAwU3HXh9RBAQACLcB/s1600/IGREJAS-23b.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="Convento da Penha. Foto Guilherme Santos Neves, anos 1950." border="0" height="327" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/IGREJAS-23b.jpg" class="wp-image-5823" title="Convento da Penha. Foto Guilherme Santos Neves, anos 1950." width="400" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Convento da Penha. Foto Guilherme Santos Neves, anos 1950.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>
Frei Pedro Palácios, irmão franciscano leigo, nascido em Medina do Rio Seco, Espanha, aportou em Vila Velha em 1558 iniciando a construção de uma ermida dedicada a Nossa Senhora, no alto do morro da Penha. Ele trouxe consigo um painel de Nossa Senhora dos Prazeres e encomendou a imagem de Nossa Senhora da Penha, que veio de Portugal, ambos ainda existentes no convento. Aquela capela foi o embrião do atual convento, sendo ampliada e reformada até se tornar o monumento que hoje conhecemos.</p>
<p>No entanto, antes da construção daquela ermida frei Pedro construiu uma outra dedicada a São Francisco e erguida no local conhecido como Campinho, onde se encontra restaurada.</p>
<p>O convento é parte principal de um conjunto formado pela capela de São Francisco, pela gruta de frei Pedro, na entrada velha para o convento, e pela ladeira das Sete Voltas, caminho antigo de pedras, com o seu portão, que representa as sete alegrias de Nossa Senhora — anunciação, visita da prima Isabel, nascimento de Jesus, recebimento do Espírito Santo, apresentação de Jesus no templo, ressurreição e ascensão de Nossa Senhora.</p>
<p>Na década de 1940 construiu-se o novo caminho de acesso rodoviário para o convento, cujo portão foi construído em 1952.</p>
<p>A função do convento continua sendo religiosa, mantendo-se a celebração de missas, mas o santuário recebe também grande número de romeiros e turistas durante o ano inteiro.</p>
<p>
<b>Nossa Senhora da Penha, padroeira do Espírito Santo</b></p>
<p>Foi o papa Urbano VIII, em bula de 23 de março de 1630, quem proclamou Nossa Senhora da Penha protetora da terra capixaba. Diz a historiadora Maria Stella de Novaes, na obra Relicário de um Povo, que a bula papal foi confirmada, em 26 de janeiro de 1908, em virtude do resultado de um plebiscito realizado em todas as paróquias da diocese do Estado do Espírito Santo, quando era bispo Dom Fernando de Souza Monteiro. A escolha do fiéis mereceu aprovação do Vaticano, segundo despacho assinado pelo Cardeal Martinelli, em 27 de novembro de 1912, nos seguintes termos: Desde os tempos mais remotos os fiéis cristãos da Diocese do Espírito Santo acompanham com grande carinho o exercício da devoção à Santíssima Virgem Mãe de Deus, sob o título popular — da Penha, cuja imagem, pintada num quadro de madeira, foi primeiramente exposta à veneração pública no ano de 1558 e, em seguida, colocada no templo sobre um alto monte (situado à entrada do porto de Vitória), generosamente construído e dedicado à Imaculada Mãe de Deus, sob o título da Penha da Cidade da Vitória, que é a sede episcopal da célebre Diocese. Por motivo dessa insigne piedade, como a Diocese do Espírito Santo ainda não gozasse de um celeste Patrono, o clero e o povo relembraram o decreto de Urbano VIII, de 23 de março de 1630, escolhendo a Santíssima Virgem Maria, sob o título da Penha, como sua principal protetora junto a Deus e apelam, com suplicantes votos, para que o Reverendíssimo. Sr. Dom Fernando de Souza Monteiro, Bispo do Espírito Santo, consiga essa confirmação apostólica, sendo deste modo exposta ao abaixo assinado — Cardeal Prefeito da Sagrada Congregação dos Ritos (que), por sua autoridade constituiu e declarou a Santíssima Virgem Maria, sob o título popular &#8211; da Penha, principal Padroeira de toda a Diocese do Espírito Santo, no Brasil, com todos os privilégios e honras atribuídos à mesma Padroeira, que competem, por direito, aos principais patronos. Assinado na festa da mesma Santíssima Virgem Maria da Penha, segunda-feira da oitava da Páscoa, conforme entrou em voga o memorável costume de celebrar a mesma festa, no mesmo lugar&#8221;.</p>
<p>
<b>As transformações do Convento da Penha</b></p>
<p>Informa frei Basílio Röwer, na obra Páginas de História Franciscana no Brasil (S.Paulo, Editora Vozes, 1957), que depois que frei Pedro Palácios faleceu, em 1570 (e não em 1575, como consta de alguns registros), a ermida de Nossa Senhora da Penha foi cuidada por devotos, amigos do seu fundador. Um deles, Nicolau Afonso, que ajudou também a frei Pedro na construção da capela, deu-lhe o formato arredondado e capacidade para umas trinta pessoas. Em 1585, o jesuíta Fernão Cardim, que esteve no Espírito Santo com outros padres inacianos, se refere à igreja da seguinte forma: &#8220;A capela é de abóbada pequena, mas obra graciosa e bem acabada. Aqui fomos em romaria dia de S.André e todos dissemos missa com muita consolação&#8221;. Em 6 de dezembro de 1591, o morro da Penha, desde o sopé até o cume, foi, pela viúva do segundo donatário Vasco Fernandes Coutinho Filho, Luíza Grimaldi, que governava a capitania, doado à Ordem Franciscana, com autorização da câmara da vila do Espírito Santo. Sob a administração dos franciscanos, sediados na vila de Vitória, a capela já contava, em 1639, com casas para romeiros, além de um muro de proteção, em volta do cimo da rocha. Desse ano até 1643, o guardião do convento franciscano, em Vitória, ampliou a igreja de Nossa Senhora da Penha, promovendo ainda o calçamento da velha ladeira das Sete Voltas, que lhe dava acesso. Dez anos depois foram construídos a capela do corpo da igreja e mais um altar lateral que impediram a passagem ao redor do santuário, inclusive de pequenas procissões que ali se faziam. O convento propriamente dito teve sua pedra fundamental lançada em 1651, sendo o guardião Francisco da Madre de Deus o iniciador de suas obras. A planta original previa a construção de nove celas para os religiosos e duas para hóspedes, além de corredores e oficinas (cozinha, despensa etc.), estando condicionada à configuração do rochedo onde o convento se situa. Para a realização das obras, foram essenciais a doação e a ajuda que os franciscanos receberam, notadamente da parte do governador do Rio de Janeiro, Salvador Correia de Sá e Benevides (30 novilhos), doação mantida pelos descendentes do governador até 1848 e que gerava renda para o convento. A partir de 1750, novas obras se acrescentaram às já existentes, que aumentaram a capacidade conventual para o recolhimento de um número maior de frades. Mais reformas ocorreram em 1770 e entre 1774 e 1777, incluindo um novo calçamento da ladeira com o levantamento dos seus muros, na forma em que ainda hoje estão. No século XIX, obras importantes tiveram lugar durante a guardiania de frei João Nepomuceno Valadares, nos períodos de 1853/1857 e 1859/1862, dentre as quais a reforma do telhado e a da capela, além da reconstrução das senzalas dos escravos. O atual alpendre, que dá acesso ao corpo da igreja, de cujo estilo destoa, data de 1879. Antes do convento e do santuário da Penha passar, por determinação da Santa Sé, em 1898, para a Mitra Diocesana do recém criado Bispado do Espírito Santo, outras melhorias se realizaram de 1888 a 1890 e de 1895 a 1896. Na administração da Mitra, continuaram a ser feitas reformas, como a instalação de água e de luz elétrica. Em 1951, no governo Jones dos Santos Neves, deu-se a pavimentação do campinho e da estrada de rodagem que lhe dá acesso. Hoje o convento, que retornou à guarda dos franciscanos desde 1955, conta com instalações elétricas externas, que o iluminam à noite, e com instalações sanitárias modernas, além do serviço de telefone e de alto falante. Recentemente foi aprovada a construção de um teleférico para o transporte de visitantes até o campinho. O convento de Nossa Senhora da Penha é bem tombado pelo Patrimônio Histórico no Espírito Santo.</p>
<p>
<b>Os escravos do Convento da Penha</b></p>
<p>A quantidade de escravos do Convento da Penha espantou frei Basílio Röwer, autor de Páginas de História Franciscana no Brasil, quando estava fazendo suas pesquisas para escrever essa obra. Diz o historiador, também franciscano, que o número de escravos &#8220;ultrapassava o de qualquer outro convento&#8221;. Esta mão-de-obra, de que os franciscanos dispuseram desde os tempos coloniais, era por eles empregada nos mais variados serviços: nas lavouras do pomar, no atendimento do gado e limpeza dos currais, nas atividades da pesca, nos encargos ligados à rotina diária dos conventuais. Fala ainda frei Basílio dos escravos músicos &#8220;para solenizar as festas e acompanhar as procissões&#8221; e se refere também aos escravos que os franciscanos alugavam aos moradores de Vila Velha e de Vitória para serviços em geral, fato muito comum durante a escravatura negra no Brasil. Com estes aluguéis, os donos de escravos obtinham ganhos extras. Além disso, nas festas religiosas, uma tradição constante no Brasil colonial e provincial, os escravos eram utilizados para conseguir esmolas para o convento. Foi graças à mão-de-obra escrava que os franciscanos puderam realizar muitas das grandes obras do santuário e do seu entorno, inclusive o calçamento, a pedra, da ladeira tradicional que dá acesso ao monumento, e até a construção das senzalas para teto dos escravos. O cais, com armazém e telheiro contíguo, que existia na prainha de Vila Velha, em frente à entrada do convento, a este pertenceu durante muito tempo, e sua construção foi certamente obra de escravos. Na ilha dos Bentos, mais conhecida com o nome de ilha dos Frades, situada próxima à ilha do Boi, na baía de Vitória, que integrou o patrimônio do convento desde possivelmente meados do século XVIII, antes de ser transferida a particulares, os franciscanos tinham pasto para gado e para cavalos, que deviam ser tratados pelos escravos. A partir de 1870, alguns escravos começaram a ser alforriados pelos franciscanos. Mesmo assim, informa frei Basílio que, em 1872, o convento contava com 42 escravos, sendo 3 pedreiros; 1 carpinteiro; 11 lavradores; 7 cozinheiras; 6 lavadeiras; 3 engomadeiras; 5 costureiras e 6 sem ofício. Em 1880, o número havia caído para 19, dos quais três fugiram.</p>
<p>
<b>Lendas da Penha</b></p>
<p>
Sendo o convento de Nossa Senhora da Penha o mais notável monumento religioso do Espírito Santo, era natural que surgisse sobre ele, sobre sua padroeira e sobre o próprio frei Pedro Palácios, fundador do santuário, um conjunto de lendas populares. Uma dessas lendas fala do desaparecimento, por três vezes consecutivas, do quadro de Nossa Senhora, que frei Pedro trouxera consigo, quando, em 1558, chegou ao Espírito Santo. E por três vezes o quadro foi encontrado no alto da penha, numa evidente revelação de que era ali que o frei deveria construir o convento, num ponto situado entre duas palmeiras. Por isso, a primeira igrejinha, que deu origem ao convento da Penha, foi conhecida com o nome de ermida das Palmeiras. Para sua edificação contou frei Pedro com a ajuda de moradores da vila do Espírito Santo. Outra lenda fala da fonte de Nossa Senhora que brotou no alto do penhasco, logo que a construção do convento teve início, possibilitando a realização das obras. A fonte estancou depois que as obras terminaram. É também conhecida a lenda de que frei Pedro Palácios vivia, na companhia de um gato e de um cachorro, na capelinha de São Francisco, que o frade construiu no campinho, no morro da penha. Conta esta lenda que, quando o religioso tinha de se ausentar do morro por algum tempo, deixava, para seus companheiros comer, tantos bolinhos de farinha quantos seriam os dias de sua ausência. E os animais comiam apenas cada uma das suas rações diárias, sendo a última delas no regresso do frei. Sobre a imagem de Nossa Senhora da Penha existe a lenda de que a pessoa a quem frei Pedro encarregou de fazer a sua encomenda, em Portugal, esqueceu de fazê-lo. Na véspera de voltar para o Espírito Santo, esse encarregado recebeu, de um desconhecido, a imagem de Nossa Senhora, esculpida em madeira de acordo com as indicações de Frei Pedro. Faz parte também do lendário da Penha a visão que tiveram os holandeses, no século XVII, quando, ao tentar assaltar o convento, foram impedidos por soldados a pé e a cavalo que desciam das nuvens, em torno do santuário, para fazer a sua defesa. Esta lenda serviu de inspiração ao pintor Benedito Calixto, para um dos quadros que se acha exposto na galeria ao lado da igreja do convento. Ali está também, do mesmo autor, um outro painel que tem por motivo a procissão marítima que conduziu a imagem de Nossa Senhora da Penha até Vitória, para acabar com a grande seca de 1769 que afetava a sede da capitania que estorricava as matas dos seus morros, enquanto a do convento se mantinha viçosa. Diz a lenda que, logo após a procissão, a chuva caiu.</p>
<p>
<b>O Convento e Nossa Senhora da Penha no Folclore Capixaba</b></p>
<p>Foto Guilherme Santos Neves<br />
A devoção do povo capixaba à Nossa Senhora da Penha faz com que o convento e Nossa Senhora sejam motivos recorrentes no campo do nosso folclore. Assim, quer por meio de ditos ou frases-feitas, quer na poesia lírica popular, quer nas toadas de congo, o convento e a Senhora da Penha estão presentes. Exemplo disso é a frase-feita, ainda muito ouvida entre nós, principalmente no interior do Estado, que diz: quem foi ao convento, perdeu o assento —, aplicada a quem perde o lugar para uma outra pessoa. Guilherme Santos Neves, o maior estudioso do folclore capixaba, lembra que &#8220;é natural que o povo, devoto de Nossa Senhora da Penha, também lhe dirija ou dirigisse, através da poesia, o seu testemunho lírico e cantante&#8221;, salientando ainda que é copioso o rol de trovas existentes sobre o tema. Das muitas trovas que foram recolhidas por esse mestre do folclore, podem ser citadas as seguintes:</p>
<p>Fui no convento da Penha,<br />
Visitar a Mãe querida.<br />
Agora eu posso dizer<br />
Que já fui ao Céu em vida!</p>
<p>Fui no convento da Penha,<br />
Todos subiram, eu fiquei&#8230;<br />
Dai-me a mão, Nossa Senhora,<br />
Que eu também subirei&#8230;</p>
<p>Nossa Senhora da Penha<br />
Tem o seu manto de alegria.<br />
Deus lhe deu os seus soldados<br />
Pra defender a baía.</p>
<p>Sobre esta última trovinha, salienta Guilherme Santos Neves que sua fonte de inspiração deve estar ligada &#8220;à conhecida lenda do ataque holandês a Vila Velha, repelido por misterioso exército &#8211; os soldados da Virgem &#8211; o qual, dentre as nuvens, surgiu, desbaratando os invasores&#8221;.</p>
<p>Nas toadas das bandas de congo &#8211; grupo folclórico típico do Estado do Espírito Santo, presente nas festas populares de diversos municípios capixabas &#8211; as referências ao convento e à Nossa Senhora da Penha também são constantes. Muito conhecida é a toada:</p>
<p>Ô iaiá,<br />
Você vai à Penha?<br />
Ô me leva,<br />
Ô, ô, me levaaaaa!</p>
<p></p>
<div style="text-align: center;">
***</div>
<p>
Localização: Alto do morro da Penha, Prainha, Vila Velha.<br />
Tombamento: SPHAN, 21/9/1943, processo n. 232-T, inscrição no Livro Histórico n. 224, fl.37.<br />
Proprietário: Ordem Franciscana.</p>
<p>
[Texto produzido especialmente para o site Estação Capixaba.]</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;<br />
<b><span style="color: #660000;">© 2000&nbsp;</span></b>Texto com direitos autorais em vigor. A utilização / divulgação&nbsp;<b>sem prévia autorização</b>&nbsp;dos detentores configura violação à lei de direitos autorais e desrespeito aos serviços de preparação para publicação.<br />
&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<blockquote class="tr_bq"><p>
<b>Luiz Guilherme Santos Neves&nbsp;</b>(autor) nasceu em Vitória, ES, em 24 de setembro de 1933, é filho de Guilherme Santos Neves e Marília de Almeida Neves. Professor, historiador, escritor, folclorista, membro do Instituto Histórico e da Cultural Espírito Santo, é também autor de várias obras de ficção, além de obras didáticas e paradidáticas sobre a História do Espírito Santo. (Para obter mais informações sobre o autor e outros textos de sua autoria publicados neste site,&nbsp;<a href="https://estacaocapixaba.com.br/luiz-guilherme-santos-neves-bio/" target="_blank" rel="noopener">clique aqui</a>)</p></blockquote>
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		<title>Casa do pintor Homero Massena</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jan 2016 19:23:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Patrimônio Cultural]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Museu Homero Massena. Foto Maria Clara Medeiros Santos Neves, 2006. Casa que serviu de residência ao pintor Homero Massena entre os anos de 1951 e 1974, ano em que faleceu. Era visitada por todos os governadores do período, especialmente por Jones Santos Neves, além de outros capixabas ilustres como Hélio Sellinger, grande pintor brasileiro do [&#8230;]</p>
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</div>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
</div>
<p></p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
</div>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-yF-we57xTr8/WIkN1heNCaI/AAAAAAAALUs/-THtFFzseZ84pERC-kOcsn5styzCk6B-gCEw/s1600/Corredor%2BCultural%2Bda%2BPrainha%2B064.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="Museu Homero Massena. Foto Maria Clara Medeiros Santos Neves, 2006." border="0" height="300" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/Corredor2BCultural2Bda2BPrainha2B064.jpg" class="wp-image-5857" title="Museu Homero Massena. Foto Maria Clara Medeiros Santos Neves, 2006." width="400" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Museu Homero Massena. Foto Maria Clara Medeiros Santos Neves, 2006.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>
Casa que serviu de residência ao pintor Homero Massena entre os anos de 1951 e 1974, ano em que faleceu. Era visitada por todos os governadores do período, especialmente por Jones Santos Neves, além de outros capixabas ilustres como Hélio Sellinger, grande pintor brasileiro do princípio do século. Ela retrata o modus vivendi do artista plástico, assim como apresenta pinturas executadas em várias paredes feitas pelo artista, motivos pelos quais foi tombada.</p>
<p>Abriga o Museu Homero Massena desde 1986.<br />
Localização: Rua Antônio Ferreira Queiroz, 281 &#8211; Prainha &#8211; Vila Velha.<br />
Tombamento: Conselho Estadual de Cultura, processo n. 04/83, inscrição no Livro Histórico n. 80, fl.9 e 10.<br />
Proprietário: Prefeitura Municipal de Vila Velha.</p>
<p>
&#8212;&#8212;&#8212;<br />
<b><span style="color: #660000;">© 2000&nbsp;</span><span style="color: #660000;">Estação Capixaba.&nbsp;</span></b>Texto com direitos autorais em vigor. A utilização / divulgação&nbsp;<b>sem prévia autorização</b>&nbsp;dos detentores configura violação à lei de direitos autorais e desrespeito aos serviços de preparação para publicação.<br />
&#8212;&#8212;&#8212;</p>
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		<title>Patrimônio cultural e natural &#8211; Vila Velha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jan 2016 19:08:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Municípios]]></category>
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		<category><![CDATA[Patrimônio Natural]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Forte de São Francisco Xavier da Barra, Vila Velha, ES. Circa 1910. Casa do pintor Homero Massena Convento de Nossa Senhora da Penha Estação Ferroviária Pedro Nolasco Farol Santa Luzia Forte de São Francisco Xavier da Barra Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário Igreja de Nossa Senhora da Glória Lagoa Vermelha Morro do Moreno [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-mM4jLGnuWFs/WIj3BGo7qgI/AAAAAAAALT8/U3vk6CKbd6QuNnN5_rb_aIhBGPZHr37ZQCLcB/s1600/Forte_11.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="Forte de São Francisco Xavier da Barra, Vila Velha, ES. Circa 1910." border="0" height="272" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/Forte_11.jpg" class="wp-image-5875" title="Forte de São Francisco Xavier da Barra, Vila Velha, ES. Circa 1910." width="400" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Forte de São Francisco Xavier da Barra, Vila Velha, ES. Circa 1910.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b><br /></b><br />
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/casa-do-pintor-homero-massena/" target="_blank" rel="noopener">Casa do pintor Homero Massena</a></p>
<p><a href="https://estacaocapixaba.com.br/convento-de-nossa-senhora-da-penha/" target="_blank" rel="noopener">Convento de Nossa Senhora da Penha</a><br />
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/estacao-ferroviaria-pedro-nolasco/" target="_blank" rel="noopener"><br /></a><br />
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/estacao-ferroviaria-pedro-nolasco/" target="_blank" rel="noopener">Estação Ferroviária Pedro Nolasco</a><br />
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/farol-santa-luzia/" target="_blank" rel="noopener"><br /></a><br />
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/farol-santa-luzia/" target="_blank" rel="noopener">Farol Santa Luzia</a><br />
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/forte-de-sao-francisco-xavier-da-barra/" target="_blank" rel="noopener"><br /></a><br />
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/forte-de-sao-francisco-xavier-da-barra/" target="_blank" rel="noopener">Forte de São Francisco Xavier da Barra</a></p>
<p><a href="https://estacaocapixaba.com.br/igreja-matriz-de-nossa-senhora-do/" target="_blank" rel="noopener">Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário</a></p>
<p>Igreja de Nossa Senhora da Glória<br />
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/fonte-httpspt/" target="_blank" rel="noopener"><br /></a><br />
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/fonte-httpspt/" target="_blank" rel="noopener">Lagoa Vermelha</a></p>
<p><a href="https://estacaocapixaba.com.br/morro-do-moreno/" target="_blank" rel="noopener">Morro do Moreno</a></p>
<p><a href="https://estacaocapixaba.com.br/morro-do-penedo/" target="_blank" rel="noopener">Morro do Penedo</a></p>
<p><a href="https://estacaocapixaba.com.br/parque-natural-municipal-morro-da/" target="_blank" rel="noopener">Parque Natural Municipal Morro da Mantegueira (Espera-maré)</a></p>
<p><a href="https://estacaocapixaba.com.br/parque-ecologico-de-jabaete/" target="_blank" rel="noopener">Parque Ecológico de Jabaeté</a></p>
<p><a href="https://estacaocapixaba.com.br/reserva-ecologica-estadual-de-jacarenema/" target="_blank" rel="noopener">Reserva Ecológica Estadual de Jacarenema</a></p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;<br />
<b><span style="color: #660000;">© 2000 Estação Capixaba.&nbsp;</span></b>Texto com direitos autorais em vigor. A utilização / divulgação&nbsp;<b>sem prévia autorização</b>&nbsp;dos detentores configura violação à lei de direitos autorais e desrespeito aos serviços de preparação para publicação.<br />
&#8212;&#8212;&#8212;</p>
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		<title>Patrimônio Cultural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jan 2016 17:09:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Patrimônio Cultural]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Convento da Penha, Vila Velha, ES, a partir do morro do Moreno. Foto Maria Clara Medeiros Santos Neves, 2015. Relação de postagens no site CENTRO Educacional Leonardo Da Vinci. Oratórios, capelas e igrejas do município de Santa Teresa. Vitória, ES: Centro Educacional Leonardo Da Vinci, 2001. Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário Forte de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-LNe5qBDTFkg/V6jBMWQwEuI/AAAAAAAAKPw/7Zyo9IYgVTELdqipaMh7sPvn3VnYNsD2gCEw/s1600/Convento-6.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="Convento da Penha, Vila Velha, ES, a partir do morro do Moreno. Foto Maria Clara Medeiros Santos Neves, 2015." border="0" height="352" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/Convento-6.jpg" class="wp-image-6088" title="Convento da Penha, Vila Velha, ES, a partir do morro do Moreno. Foto Maria Clara Medeiros Santos Neves, 2015." width="640" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Convento da Penha, Vila Velha, ES, a partir do morro do Moreno. Foto Maria Clara Medeiros Santos Neves, 2015.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p></p>
<h3 style="font-family: 'times new roman'; text-align: center;">
Relação de postagens no site</h3>
<p><a href="https://estacaocapixaba.com.br/oratorios-capelas-e-igrejas-do/" target="_blank" rel="noopener">CENTRO Educacional Leonardo Da Vinci. </a><i><a href="https://estacaocapixaba.com.br/oratorios-capelas-e-igrejas-do/" target="_blank" rel="noopener">Oratórios, capelas e igrejas do município de Santa Teresa</a>.</i> Vitória, ES: Centro Educacional Leonardo Da Vinci, 2001.</p>
<p><a href="https://estacaocapixaba.com.br/igreja-matriz-de-nossa-senhora-do/" target="_blank" rel="noopener">Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário</a></p>
<p><a href="https://estacaocapixaba.com.br/forte-de-sao-francisco-xavier-da-barra/" target="_blank" rel="noopener">Forte de São Francisco Xavier da Barra</a></p>
<p><a href="https://estacaocapixaba.com.br/farol-santa-luzia/" target="_blank" rel="noopener">Farol de Santa Luzia</a></p>
<p><a href="https://estacaocapixaba.com.br/estacao-ferroviaria-pedro-nolasco/" target="_blank" rel="noopener">Estação Ferroviária Pedro Nolasco</a><br />
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/escola-de-arte-fafi/" target="_blank" rel="noopener"><br /></a><br />
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/escola-de-arte-fafi/" target="_blank" rel="noopener">Escola de Arte Fafi</a><br />
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/convento-de-nossa-senhora-da-penha/" target="_blank" rel="noopener"><br /></a><br />
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/convento-de-nossa-senhora-da-penha/" target="_blank" rel="noopener">Convento de Nossa Senhora da Penha</a></p>
<p><a href="https://estacaocapixaba.com.br/casa-do-pintor-homero-massena/" target="_blank" rel="noopener">Casa do pintor Homero Massena</a></p>
<p>
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<br />
</p>
<div>
Consulte também no menu&nbsp;<b>MULTIMÍDIA&nbsp;</b>(<b>Fotografia / Som / Vídeo</b>) todo o material de multimídia postado relacionado com o tema.</p>
</div>
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		<title>Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário</title>
		<link>https://estacaocapixaba.com.br/igreja-matriz-de-nossa-senhora-do/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jan 2016 17:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[EC]]></category>
		<category><![CDATA[Municípios]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Vila Velha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte: Site da Câmara Municipal de Vila Velha. A construção da capela original da igreja do Rosário de Vila Velha, cujo orago parece ter sido Santa Catarina, data da chegada de Vasco Fernandes Coutinho ao Espírito Santo (1535). Foi reedificada no século XVII, tendo abrigado a Casa de Misericórdia e, em 1750, já como Igreja [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-smgWk614LCs/WIpRYe6Z1mI/AAAAAAAALVY/dCNJP54HfvQb1KRa4fvcRnctmXAriubfwCLcB/s1600/VVIgrejadoRosrio2%2B-%2BC%25C3%25A2mara%2BMunicipal%2Bde%2BVV.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="Fonte: Site da Câmara Municipal de Vila Velha." border="0" height="300" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/VVIgrejadoRosrio22B-2BC25C325A2mara2BMunicipal2Bde2BVV.jpg" class="wp-image-6090" title="Fonte: Site da Câmara Municipal de Vila Velha." width="400" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Fonte: Site da Câmara Municipal de Vila Velha.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>
A construção da capela original da igreja do Rosário de Vila Velha, cujo orago parece ter sido Santa Catarina, data da chegada de Vasco Fernandes Coutinho ao Espírito Santo (1535). Foi reedificada no século XVII, tendo abrigado a Casa de Misericórdia e, em 1750, já como Igreja de Nossa Senhora do Rosário, tornou-se colada.</p>
<p>A igreja é voltada para a Prainha, sendo que na fachada principal apresenta escadaria ampla, porta almofadada em duas folhas e três janelas superiores com vergas curvas. Na parte superior tem frontão formado por volutas e conchas que é ladeado por dois pináculos.</p>
<div style="text-align: center;">
***</div>
<p>
Localização: Prainha, Vila Velha.<br />
Tombamento: SPHAN, 20/2/1950, Livro de Tombo Histórico n. 354, fl.46.<br />
Proprietário: Cúria Arquidiocesana de Vitória.</p>
<p>
&#8212;&#8212;&#8212;<br />
<b><span style="color: #660000;">© 2000&nbsp;</span><span style="color: #660000;">Estação Capixaba.&nbsp;</span></b>Texto com direitos autorais em vigor. A utilização / divulgação&nbsp;<b>sem prévia autorização</b>&nbsp;dos detentores configura violação à lei de direitos autorais e desrespeito aos serviços de preparação para publicação.<br />
&#8212;&#8212;&#8212;</p>
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		<title>Forte de São Francisco Xavier da Barra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jan 2016 17:06:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[EC]]></category>
		<category><![CDATA[Municípios]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Vila Velha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Forte de São Francisco Xavier da Barra, Vila Velha, ES. Circa 1910. O forte de São Francisco Xavier da Barra é também conhecido com o nome de forte de Piratininga por se situar na praia assim denominada. Sua construção data do século XVII, quando a capitania do Espírito Santo pertenceu ao donatário Francisco Gil de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://2.bp.blogspot.com/-mM4jLGnuWFs/WIj3BGo7qgI/AAAAAAAALUI/dtwfzrSyCAEySzLA0y9lvhQ9d1GeR1nyQCPcB/s1600/Forte_11.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="Forte de São Francisco Xavier da Barra, Vila Velha, ES. Circa 1910." border="0" height="272" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/Forte_11-1.jpg" class="wp-image-6102" title="Forte de São Francisco Xavier da Barra, Vila Velha, ES. Circa 1910." width="400" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Forte de São Francisco Xavier da Barra, Vila Velha, ES. Circa 1910.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>
O forte de São Francisco Xavier da Barra é também conhecido com o nome de forte de Piratininga por se situar na praia assim denominada. Sua construção data do século XVII, quando a capitania do Espírito Santo pertenceu ao donatário Francisco Gil de Araújo. Desfruta de posição estratégica, na entrada da baía de Vitória, em local em que, segundo opinião de alguns historiadores, o primeiro donatário do Espírito Santo, Vasco Fernandes Coutinho, teria erguido um reduto fortificado para a defesa da vila do Espírito Santo, primeiro nome de Vila Velha. Várias obras foram feitas ao longo da existência do forte. Em 1862, cedido à Marinha, serviu de armazém e mais tarde como sede da Primeira Escola de Aprendizes Marinheiros, que lá funcionaria até 1866. A Escola foi reativada e funcionou entre 1909 e 1913. Em 1919 passou a abrigar o 3º Batalhão de Caçadores, atualmente integra o conjunto militar do 38º Batalhão de Infantaria do Exército.</p>
<p>Localização: Prainha, dependências do 38º BI.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;<br />
<b><span style="color: #660000;">© 2000 Estação Capixaba.&nbsp;</span></b>Texto com direitos autorais em vigor. A utilização / divulgação&nbsp;<b>sem prévia autorização</b>&nbsp;dos detentores configura violação à lei de direitos autorais e desrespeito aos serviços de preparação para publicação.<br />
&#8212;&#8212;&#8212;</p>
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		<title>Escola de Arte Fafi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jan 2016 16:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[EC]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Vitória]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Antigo Grupo Escolar Gomes Cardim, atual Escola de Arte FAFI. Acervo Arquivo Geral da Prefeitura de Vitória. Anos 1940. A construção do prédio, ocorrida entre 1925 e 1926, durante o governo de Florentino Avidos, coincide com a abertura da antiga avenida Capixaba, hoje Jerônimo Monteiro, tendo como finalidade abrigar o Grupo Escolar Gome Cardim, criado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-1-1BTOZFvp0/WI9ot_p-s9I/AAAAAAAALZo/2I29nEsDPK8R8e9U4Uk7KhAq1NewZjDAwCLcB/s1600/Escola%2Bde%2BArte%2BFafi%252C%2Bacervo%2BArquivo%2BGeral.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="Antigo Grupo Escolar Gomes Cardim, atual Escola de Arte FAFI. Acervo Arquivo Geral da Prefeitura de Vitória. Anos 1940." border="0" height="400" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/Escola2Bde2BArte2BFafi252C2Bacervo2BArquivo2BGeral.jpg" class="wp-image-6200" title="Antigo Grupo Escolar Gomes Cardim, atual Escola de Arte FAFI. Acervo Arquivo Geral da Prefeitura de Vitória. Anos 1940." width="396" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Antigo Grupo Escolar Gomes Cardim, atual Escola de Arte FAFI. <br />Acervo Arquivo Geral da Prefeitura de Vitória. Anos 1940.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>
A construção do prédio, ocorrida entre 1925 e 1926, durante o governo de Florentino Avidos, coincide com a abertura da antiga avenida Capixaba, hoje Jerônimo Monteiro, tendo como finalidade abrigar o Grupo Escolar Gome Cardim, criado em 1908 e instalado precariamente na época.</p>
<p>Inaugurado a 25 de novembro de 1926, juntamente com os jardins do palácio e da praça Costa Pereira, Arquivo Público e Mercado, durante o VIII Congresso Brasileiro de Geografia e VIII Congresso Brasileiro de Esperanto, o prédio teve seu espaço ocupado por exposições de produtos agrícolas capixabas e de trabalhos de artistas plásticos, entre os quais Levino Fânzeres. A solenidade contou com a presença de Florentino Avidos, que abriu oficialmente as exposições, bem como de outras autoridades, de participantes do congressos e do público em geral.</p>
<p>Abrigando o Grupo Escolar entre 1927 e 1948, acolheu também o Ginásio Estadual de 1933 até a segunda metade da década de 50, quando deu lugar à Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, a Fafi, que no início da década de 70 foi transferida para o campus universitário. Sendo então de propriedade do governo federal, instalou-se no prédio, ainda na mesma década, órgão da Universidade Federal e serviço de identificação responsável pela expedição de cédulas de identidade.</p>
<p>Do final da década de 70 ao final da de 80 ficou abandonado, sofrendo uma lenta deterioração. No entanto, ainda em 1983 seu tombamento foi aprovado pelo Conselho Estadual de Cultura, considerando sua vinculação à história e à cultura do Estado e suas características estilísticas.</p>
<p>Em meados dessa mesma década, quis o governo federal vender o prédio oferecendo-o ao seu antigo proprietário, o Estado. Contudo, a Prefeitura de Vitória acabou por efetivar a compra em 1987.</p>
<p>Passados dois anos, em janeiro de 1989, a Secretaria Municipal de Cultura e Esporte sugere a formação de uma comissão composta de elementos do setor cultural do município para elaboração de propostas relativas à preservação do prédio da Fafi, assim como ao perfil de sua nova função. A comissão foi formada e, em reuniões realizadas naquele mesmo mês, posicionou-se favoravelmente à restauração, definindo a nova instituição como uma escola livre de artes para a formação do público e de produtores nas diversas áreas culturais.</p>
<p>As propostas vieram a concretizar-se em 1991, quando da restauração do prédio, e em janeiro de 1992, com a inauguração da Escola de Arte Fafi.</p>
<p><b>Arquitetura</b></p>
<p>
O prédio da Fafi, como podemos observar ainda em nossos dias, faz parte de um conjunto arquitetônico da segunda metade da década de 20. Nesse conjunto encontramos o prédio do almoxarifado dos extintos Serviços de Melhoramentos de Vitória, também situado à avenida Jerônimo Monteiro, atualmente em processo de restauração; prédios comerciais vizinhos e teatro Carlos Gomes.</p>
<p>Projetado por Joseph Pitlik, arquiteto tcheco estabelecido em Vitória, caracteriza-se como uma construção neoclássica típica do século XIX, localizada no encontro da avenida com a rua Barão de Monjardim, compreendendo dois pavimentos e porão, numa planta em &#8220;V&#8221; que acompanha o terreno triangular.</p>
<p>Na fachada principal, à avenida Jerônimo Monteiro, são evidentes os elementos neoclássicos: janelas de vergas em arco pleno e retas alternadas no pavimento térreo e no segundo pavimento, respectivamente, como nas outras fachadas; janelas e porta com bandeiras e de abrir à francesa (em duas folhas); corpo central destacado por quatro pilares adossados com capitéis jônicos, e por frontão triangular; nas laterais dois outros frontões também triangulares de menores dimensões; entablamento com arquitrave, friso denteado e cornija; telhado oculto por balaustrada (platibanda); revestimento em massa imitando cantaria.</p>
<p>Na pequena fachada que se forma na ponta, há sacada com guarda-corpo de balaústres e terminação com frontão curvo.</p>
<p>Na fachada da rua Barão de Monjardim, percebe-se uma simplificação em relação à principal, compreendendo dois frontões triangulares de dimensões idênticas entremeando uma platibanda cega.</p>
<table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://3.bp.blogspot.com/-itftlvhJms0/WI9psnjbs0I/AAAAAAAALZ0/Ija6rEynmgcS6KKdEW0SDzszs1qK7BcNQCLcB/s1600/Fafi-escada.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="Foto Leonardo Bicalho, 1994. " border="0" height="320" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/Fafi-escada.jpg" class="wp-image-6201" title="Foto Leonardo Bicalho, 1994. " width="209" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Foto Leonardo Bicalho, 1994.&nbsp;</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>
O interior também é marcado pela presença de elementos neoclássicos: vestíbulo com nichos; a escada de mármore que dá acesso ao segundo pavimento possui um corrimão livre, sendo dividida em dois lances por um patamar com guarda-corpos em ferro, assim como o corrimão, constituindo importante elemento decorativo; o piso de tábua corrida, presente em quase todas as dependências; pé-direito alto; presença de alpendres, decoração composta de frisos pintados e de estuque (massa com gesso) com motivos geométricos e fitomorfos estilizados e repetidos, sendo diferenciada apenas no auditório, onde aparece também a talha de madeira.</p>
<p>Em linhas gerais, constata-se a predominância da simetria, solidez e ausência de excessos decorativos, traduzindo sobriedade e racionalidade, especialmente no que se refere ao exterior.</p>
<p>Ao longo de sua história, o prédio da Fafi sofreu modificações. Além dos danos provocados pela ação do tempo, ocorridos principalmente durante o abandono, outros se deram pelo uso e pelas necessidades de adaptação do espaço às sucessivas ocupações. Como exemplo temos as repinturas, que nem sempre respeitaram as cores originais, e a construção de anexos.</p>
<p>A restauração realizada em 1991 buscou resgatar as características originais do prédio, sem, contudo, abdicar de algumas adaptações. Os anexos foram derrubados, deixando-se a área do pátio livre para o novo projeto, incluindo um anfiteatro e uma cantina.</p>
<table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://2.bp.blogspot.com/-iwY3n4Am3ew/WI9p2k8KznI/AAAAAAAALZ4/7qrIy1HF04MoSgBLRb-x6iNwAxKbyyojwCLcB/s1600/Fafi-afresco.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="Pintura restaurada. Foto Leonardo Bicalho, 1994. " border="0" height="320" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/Fafi-afresco.jpg" class="wp-image-6202" title="Pintura restaurada. Foto Leonardo Bicalho, 1994. " width="236" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Pintura restaurada. Foto Leonardo Bicalho, 1994.&nbsp;</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>
Nas pinturas externa e interna foram adotadas as cores de época. Feitos trabalhos de prospecção nas paredes internas, foram descobertas pinturas sob a forma de frisos decorativos. No vão da escada foram abertas janelas que tornaram visíveis as partes conservadas do friso, sendo reconstituídas as perdidas. Outras janelas desse tipo expõem parcialmente frisos localizados em outras dependências.</p>
<p>As madeiras que se achavam em bom estado foram tratadas e mantidas, sendo substituídas aquelas cuja recuperação não foi possível. A talha do auditório exigiu longo trabalho de restauração para remoção de pintura e reconstituição de partes perdidas.</p>
<p>Muitos dos ladrilhos hidráulicos que revestiam as áreas de circulação e banheiros não puderam ser recuperados, recorrendo-se à reprodução com base nos originais (fábrica em Cachoeiro de Itapemirim).</p>
<p>As adaptações incluíram: instalação de sistema de ar refrigerado e de iluminação que levaram ao rebaixamento do teto; reforma dos banheiros, conservando-se apenas o piso hidráulico original; e instalação de pias em algumas salas.</p>
<p>Mesmo restaurado o prédio exige atenção constante, com serviços de manutenção que garantam uma adequada conservação de suas instalações. No entanto, compreende-se hoje que a preservação de bens culturais não deve restringir-se à restauração e conservação física. A trajetória histórica, que justifica a conservação física do bem, é da mesma forma passível de desaparecimento e exige do poder público igual preocupação.</p>
<div style="text-align: center;">
***</div>
<div style="text-align: center;">
</div>
<p>Localização: Avenida Jerônimo Monteiro, 656, Centro, Vitória.<br />
Tombamento: Conselho Estadual de Cultura, 12/3/1983, processo n. 08/82, inscrição no Livro Histórico n. 31, fl.04.</p>
<p>
[SANTOS NEVES, Maria Clara Medeiros. Retrato da Fafi. In Revista <i>Você</i>, ano III, n. 25, agosto de 1994.]</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;<br />
<b><span style="color: #660000;">© 1994&nbsp;</span></b>Texto com direitos autorais em vigor. A utilização / divulgação&nbsp;<b>sem prévia autorização</b>&nbsp;dos detentores configura violação à lei de direitos autorais e desrespeito aos serviços de preparação para publicação.<br />
&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<blockquote class="tr_bq"><p>
<b>Maria Clara Medeiros Santos Neves</b>, coordenadora do site ESTAÇÃO CAPIXABA, é museóloga formada pela Universidade do Rio de Janeiro e pós-graduada em Biblioteconomia pela UFMG, autora do projeto do Museu Vale e de diversas publicações. (Para obter mais informações sobre o autor e outros textos de sua autoria publicados neste site,&nbsp;<a href="https://estacaocapixaba.com.br/maria-clara-medeiros-santos-neves-bio/" target="_blank" rel="noopener">clique aqui</a>)</p></blockquote>
<p></p>
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