Viajantes

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1950: Diário de um engenheiro no Espírito Santo

Meu pai, Luiz Edmundo Appel   Luiz Carlos Seara Appel Meu pai, Luiz Edmundo Appel (1924-2006), ainda era um jovem e recém formado engenheiro de minas, metalurgia e geologia, quando em 1950 andou pelo Espírito Santo. Naqueles idos, num vai-e-vem entre Linhares, Colatina, São Mateus, Nova Venécia, Vitória e outros lugares menores, realizou um trabalho[Ler o restante do artigo]

APPEL, Luiz Edmundo. [Diário de viagem ao Espírito Santo em 1950], Texto inédito.

O Espírito Santo em princípios do século XIX

APONTAMENTOS feitos pelo bispo do Rio de Janeiro quando de sua visita à capitania do Espírito Santo nos anos de 1812e 1819 Transcrição do original e coordenação da edição: Maria Clara Medeiros Santos Neves Estudo introdutório: Luiz Guilherme Santos Neves Produção: Estação Capixaba e Cultural-ES Prefácio Terra de poucos habitantes, a maioria iletrada, foi graça[Ler o restante do artigo]

COUTINHO, D. José Caetano da Silva. Freguesia da Vitória in O Espírito Santo em princípios do século XIX. (Reprodução integral do livro)

Viagem à Província do Espírito Santo

PREFÁCIO (Luiz Guilherme Santos Neves) O pintor francês Auguste-François Biard viveu, no século XIX, dois anos de Brasil — de 1858 a 1860. Já em 1862, a Librairie de L. Hachette e Cia. publicava, em Paris, a obra Deux années au Brésil, na qual o pintor reunia as impressões de viagem sobre a terra brasileira.[Ler o restante do artigo]

BIARD, Auguste-François. Viagem à província do Espírito Santo. (Tradução de José Augusto Carvalho) Vitória: Cultural-ES; Aracruz Celulose; Fundação Jônice Tristão, s/d. 123p.

Ingleses na costa – Impressões de um aspirante de marinha sobre o Espírito Santo em 1851

Nota preliminar Pelo menos dois marinheiros ingleses, documentadamente, navegaram, em diferentes épocas, o litoral do Espírito Santo, deixando registros de viagem. O primeiro foi Anthony Knivet, grumete na expedição que o célebre corsário Thomas Cavendish empreendeu ao Brasil no começo da última década do século XVI; o outro, o aspirante a oficial de marinha Edward[Ler o restante do artigo]

WILBERFORCE, Edward. Ingleses na costa – Impressões de um aspirante de marinha sobre o Espírito Santo em 1851. (Tradução de Eliziane Andrade Paiva) Vitória: Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo; Academia Espírito-santense de Letras, Cultural-ES; 1989. 37p.

Cenas e paisagens do Espírito Santo – Primeira publicação do site Estação Capixaba

Observações sobre o texto e a autora A autora, em visita ao Estado do Espírito Santo durante o governo Jerônimo Monteiro (1908-1912), parece ter ficado impressionada com a modernização de Vitória empreendida naquele período, produzindo um artigo que é uma verdadeira propaganda da cidade e da administração de então. Esse artigo foi publicado na Revista[Ler o restante do artigo]

ALMEIDA, Júlia Lopes de. Cenas e paisagens do Espírito Santo. Revista do Instituto Histórico e Geográfico do Brasil, 75 (126), 1912, p.175-217.

A exploração do rio Doce e seus afluentes da margem esquerda

Introdução O texto que se segue, de autoria de William John Steains, foi lido em sessão da Royal Geographical Society, de Londres, no dia 16 de Janeiro de 1888, e publicado no Boletim de fevereiro do mesmo ano, p. 61-79. Graças ao interesse da Fundação Ceciliano Abel de Almeida, que adquiriu à Biblioteca Nacional cópia[Ler o restante do artigo]

STEAINS, William John. A exploração do rio Doce e seus afluentes da margem esquerda. Revista do Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo, n.35, p.103-27, 1984

Memória sobre o reconhecimento da foz e porto do rio Doce

Até duas léguas e meia acima da mesma foz, respondendo-se aos artigos das instruções dadas sobre este objeto; e também acerca da parte da costa, que decorre desde a mencionada foz até à do Riacho, e subindo por este à confluência do rio Comboios: [1] trata mais do reconhecimento dele, e termina no do rio[Ler o restante do artigo]

D'ALINCOURT, Luiz. Memória sobre o reconhecimento da foz e porto do rio Doce. Revista do Instituto Histórico e Geográfico do Brasil, Rio de Janeiro, tomo 29, parte I, vol. 32, p.115-38, 1866.